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Deputado do Acre afirma que PT copia e corrompe programas sociais

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O deputado Gehlen Diniz (PP) falou durante a sessão desta quarta-feira (20) que o Partido dos Trabalhadores (PT) copia e estraga bons projetos, citando o programa “Luz Para Todos”, que no governo do ex-presidente Fernando Henrique era chamado de “Luz no Campo”. O parlamentar disse ainda que auxílios como o Bolsa Família devem ser eficientes, porém defende que se invista mais em educação para que as pessoas possam ter condições de arcar com suas despesas.

“Se você pesquisar no Google, o cidadão que mais disse no passado que o programa Bolsa Família era compra de voto disfarçada foi o Lula, o manda-chuva do PT, que continua dando ordens de dentro da prisão. O Luz Para Todos foi criado pelo Fernando Henrique e se chamava Luz no Campo. Ou seja, o PT só copiou bons projetos e ainda assim conseguir destruir eles. Eles copiam e corrompem”, afirmou.

Gehlen Diniz destacou que as pessoas que atualmente passam necessidades precisam receber assistência imediata. No entanto, essa ajuda não pode ser eterna e que é necessário buscar uma solução para que grande parte da população não dependa a vida inteira de um programa de ajuda social.

“Tem que se buscar uma solução para não depender a vida toda de um programa de benefício, e isso se faz investindo em educação. Nosso Estado tem uma violência extrema, virou manchete nacional em razão disso. O governo daqui culpa o governo federal por conta das fronteiras, mas eles passaram 13 anos no poder e agora tentam responsabilizar o Temer. Esses bandidos que estão aí hoje são frutos de uma geração abandonada por um governo corrupto, que não investiu em educação, lhes tirando a chance de ser alguém na vida”, rebateu.

Gehlen Diniz finalizou seu discurso falando que acredita que o senador e pré-candidato ao governo Gladson Cameli (PP) irá ganhar a eleição ainda no primeiro turno. Destacou que a população deseja uma mudança e que está cansada dos quase 20 anos de administração petista. Ele também criticou as constantes viagens que o governador Tião Viana (PT) tem feito durante este ano.

“Tenho convicção que o Gladson ganha a eleição no primeiro turno, a população quer mudança, não aguenta mais o PT. Vinte anos é muito tempo. Espero que possamos mudar isso ou continuaremos com essa onda de violência, com fila de espera nos hospitais e todos os problemas que temos enfrentado no Estado. Ultimamente o governador tem se ausentado muito daqui, sabe-se lá porquê. E continua viajando e ganhando diárias. Se não está mais interessado em administrar o Acre peça pra sair, a população vai agradecer”, concluiu. Por Andressa Oliveira.

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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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