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Cotidiano

Dia dos namorados: dicas para todos os casais

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Hoje (12), comemora-se o Dia dos Namorados. A operadora TIM preparou ofertas especiais para ajudar nas comemorações, além de uma série de sugestões para casais mais românticos, aventureiros e até para os que preferem ficar em casa. Confira:

Celular novo e muita internet para compartilhar

Para o casal ficar cada vez mais conectado e registrar os momentos juntos, a TIM oferece o Motorola Moto G7 de R$ 1.599 por R$ 599, atrelado ao plano TIM Black Família 60GB, com fidelização de 12 meses. O aparelho tem câmera dupla 12MP + 5MP com modo retrato, 64GB de memória e tela com display de cinema MaxVision de 6.24” polegadas. O plano conta com 60GB de internet e é o primeiro da América Latina com assinatura Netflix incluída no pacote, além de roaming internacional (sete dias de WhatsApp ilimitado grátis mais 30 minutos de ligações todo mês para usar em qualquer lugar do mundo) e redes sociais – Instagram, Facebook e Twitter – e o WhatsApp ilimitados, sem descontar da internet do plano. A promoção é válida até o dia 30 de junho.

Para comemorar em casa

Já o casal que não abre mão do seu aconchego, a operadora oferece serviços de streaming – como Netflix, FOX e Looke – com catálogo amplo. As plataformas de conteúdo passaram a fazer parte da oferta da TIM para os usuários TIM Black, que contam com uma franquia de dados exclusiva para utilizar os aplicativos. No Netflix, o casal pode maratonar as séries do momento, como Stranger Things e La Casa de Papel, ou curtir clássicos como Um lugar chamado Nothing Hill, O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, o Amor não tira férias e Alguém Tem que Ceder.

Jantar romântico

Um jantar romântico pode parecer clichê, mas sempre surpreende. Os apaixonados por gastronomia ou que gostam de conhecer bons restaurantes, podem usufruir do ChefsClub –, programa que garante descontos em diversos estabelecimentos com pagamento facilitado, pelo próprio celular. Os clientes TIM Black Família têm assinatura incluída no plano e, os demais clientes, podem contratar planos semanais a R$ 4,99 e mensais por R$ 15,90. No site (www.chefsclub.com.br) ou app é possível conferir como cada casa participa do clube de assinatura e, o cliente pode ‘degustar’ o serviço durante os primeiros sete dias.

Cinema

Para os que gostam de cinema, uma ótima pedida é resgatar ingressos – a quantidade varia de acordo com o plano contratado – no TIM PRA MIM sem pagar nada. Disponível para clientes TIM Black, o benefício é válido para salas 2D e 3D em redes de cinema parceiras em todo Brasil. Confira no link https://www.tim.com.br/para-voce/servicos-tim/parceria-cinema a rede de sua região. O resgate dos códigos eletrônicos deve ser realizado por meio do app MEU TIM e, apresentados na bilheteria para retirada dos tickets, válidos para qualquer sessão, dia e horário.

O Programa de Relacionamento TIM PRA MIM oferece descontos e vantagens exclusivas, com mais de 40 parceiros em todo o Brasil. O acesso ao programa é feito pelo aplicativo MEU TIM.  Basta selecionar o desconto ou vantagem desejada e fazer o resgate de forma simples e rápida. Saiba mais em www.tim.com.br/timpramim.

Fugindo da rotina

Já para o casal que prefere sair da rotina e se aventurar, é possível alugar um carro e explorar novos lugares. No TIM PRA MIM, clientes TIM Black também conseguem resgatar um cupom de 10% de desconto na reserva pré-paga de veículos pela www.rentcars.com, e os demais clientes, com 8% de desconto. A promoção é válida para todo Brasil e aplicável exclusivamente para reservas feitas pelo site ou aplicativo.

Agora é só escolher a melhor opção e curtir a dois!

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BRASIL

Mais policiais se suicidam no país do que morrem em confrontos

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O número de policiais que cometeram suicídio no Brasil em 2018 (104) foi maior que a quantidade que morreu em decorrência de confronto nas ruas (87), enquanto estavam em serviço. Para especialistas, o volume de suicídios acende um alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes. O estresse inerente à função policial e conflitos institucionais, como assédio moral, são apontados pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo como fatores que, em conjunto com outros, podem contribuir para essas mortes.
A Ouvidoria divulgou relatório em que analisa os suicídios de policiais cometidos no Estado de São Paulo em 2017 e 2018 – os dados nacionais são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados neste mês. O estudo paulista compila os registros para detalhar informações como o perfil da vítima, além de ter conversado com parentes e amigos para entender o contexto em que a morte aconteceu. O órgão chama a atenção para a alta taxa de suicídio entre policiais, que é de 23,9, enquanto no total da população o número é de 5,8 por 100 mil habitantes.
Os números mostram que o suicídio é a principal causa de morte dos policiais civis paulistas, superando as mortes decorrentes de confronto em serviço e de folga. Na Polícia Militar, as autolesões fatais representam a segunda maior causa de morte, atrás dos assassinatos sofridos na folga, mas à frente dos óbitos ocasionados por confrontos em serviço. “A pesquisa aponta que há necessidade de ampliar o suporte à saúde mental dos policiais em São Paulo”, disse o ouvidor, Benedito Mariano. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou neste mês que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados com o tratamento certo.

O estudo paulista elenca oito fatores que, em conjunto, podem contribuir para esses casos. São eles: estresse inerente à função policial; falta de suporte de serviço de saúde mental; depressão; conflitos institucionais; conflitos familiares e problemas financeiros; isolamento social, rigidez e introspecção; subnotificação de tentativas de suicídio; e fácil acesso a arma.
Os pesquisadores destacam que, corriqueiramente, os pensamentos suicidas estão associados a problemas da saúde mental, como depressão. Mas é o estresse inerente à função policial que é citado com destaque nessa lista de fatores. “O policial deve começar a lidar com isso já na academia e tem de existir um programa que o acompanhe ao longo da carreira. Não adianta só dar viatura, armamento e uniforme e não cuidar da saúde mental”, apontou Mariano.
A psicóloga Beatriz Brambilla, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, reforça que não é uma única dimensão que produz a motivação das vítimas. “A ideia do multicausal é que se possa compreender o fenômeno na totalidade. Então a pessoa que está em sofrimento não está assim por uma questão interna ou porque ela tem uma fragilidade ou inadaptação. Temos de compreender que há questões que são do sujeito, mas que há questões sociais.”
Resiliência
O soldado Antônio Figueiredo Sobrinho, de 56 anos, tinha três anos e meio de carreira na Polícia Militar quando reagiu a uma tentativa de assalto no comércio onde realizava um “bico” de segurança. Correu atrás do assaltante, mas não percebeu que um comparsa estava nas suas costas. Foi baleado e ficou paraplégico.
Acostumado à ideia de ser um herói para os filhos e de prover a sua família, viu-se muito abalado depois do caso, pois se enxergava como um fardo para os que tentavam ajudá-lo a se adaptar e a vencer as barreiras. “Por duas vezes tentei suicídio. Coloquei a arma na cabeça e o dedo no gatilho. Não queria mais viver porque pensava que meus filhos não precisavam de um pai aleijado”, disse ao jornal.
Desistiu da ideia e trilhou o caminho contrário, passando a ajudar aqueles que enfrentavam os mesmos problemas que ele. Sobrinho ajudou a criar a Associação de Policiais Portadores de Deficiência, que conta hoje, segundo ele, com mais de 23 mil associados. Lá, uma série de serviços é oferecida, de doação de cadeira de roda à assistência psicológica. “Fazemos um trabalho de integração daquele policial de volta à sociedade.”
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse que as recomendações da Ouvidoria (mais informações nesta página) serão avaliadas pelas áreas técnicas da pasta. Disse que as polícias do Estado “contam com sistemas de apoio e atendimento psicológico aos seus agentes”. Além disso, a Corregedoria e a Academia também oferecem atendimento psicológico aos agentes. “Sempre que necessário, os casos são encaminhados ao Departamento de Perícias Médicas do Estado (DPME) para avaliação.”
Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Rogério Giannini disse que a reflexão sobre a saúde mental do policial beneficia a corporação e toda a sociedade. “A pesquisa de certo modo contribui com a ideia de humanização da polícia. O policial é um ser humano que tem as vicissitudes de qualquer ser humano.”
Frustração
A auditora fiscal do trabalho aposentada Maria Aparecida Almeida Dias de Souza, de 70 anos, ainda reflete sobre as razões que levaram a irmã, a delegada Maria Cássia Almeida Almagro, a tirar a própria vida, em julho de 2015, aos 54 anos. “Podem ter havido outros motivos, mas é certo que havia uma insatisfação muito grande com a profissão. Ela vivia uma frustração de não poder realizar aquilo que achava que devia fazer.” A delegada foi encontrada morta em sua casa, em um condomínio de Sorocaba, com ferimento à bala. A perícia indicou que ela havia se suicidado.
Maria Aparecida conta que a irmã enfrentava problemas familiares, pois seu segundo casamento havia terminado e o único filho tinha se mudado para os Estados Unidos. No dia anterior à morte, Cássia esteve na casa da irmã e falou de um curso que estava fazendo na área policial. “Ela não demonstrou nada, estava feliz, cheia de planos.”
A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati, classificou a rotina do policial civil no Estado como “estafante”. “Sabemos que a profissão internacionalmente é ligada a maior índice de suicídio. Atuamos sob pressão e tendo de gerenciar crises a todo instante em situações adversas.”
Sugestões
O relatório da Ouvidoria termina com 11 recomendações de melhorias. À Polícia Militar, o órgão recomenda a criação de mais 75 núcleos de assistência psicossocial, o que cobriria quase todos os batalhões. Hoje, são 35 núcleos.
Além disso, a Ouvidoria pede que o tema da saúde mental seja incluído nas preleções diárias das unidades e nos treinamentos. Para a Polícia Civil, o órgão recomenda a implementação urgente de um programa de saúde mental e contratação de psicólogos para a atividade

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Cotidiano

Feriado do Dia do Bancário: agências bancárias do Acre não abrem nesta quarta

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Por conta do Dia Estadual do Bancário, as agências não abrem as portas nesta quarta-feira (28). Este é o primeiro ano que todas as agência bancárias do Acre aderem ao feriado estadual, até então, apenas Rio Branco e Cruzeiro do Sul tinham decretos municipais de feriados nesta data.
A Lei 3.247, que cria o Dia do Bancário foi criada em abril 2017, mas o feriado foi decretado pelo governador Gladson cameli em agosto deste ano.
Os bancos voltam a abrir as portas normalmente na quinta-feira (29).

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