ACRE
Comércio de Belém oferece opções de presentes de até R$ 10 • DOL
PUBLICADO
1 ano atrásem
Para muitos, presentear é um gesto indispensável no período de natal e das confraternizações, mas o orçamento apertado pode ser um desafio. Como uma solução para quem deseja presentear sem comprometer as finanças, o DIÁRIO percorreu a área do Comércio em busca de opções de lembrancinhas acessíveis, de até R$10,00, que aliam simplicidade e utilidade.
Porta escovas de dente por R$2,50, copo inox à R$3,00 e, para aquele amigo que aprecia uma água de coco, o abridor custando R$3,00; espelhos entre R$6,00 e R$10,00, ou simplesmente brinquedos para divertir durante a data, como dominó a R$5,00 e jogo uno por R$9,90 são alguns itens disponíveis na loja Shopping Real, na rua Santo Antônio, entre avenida Presidente Vargas e travessa 1º de março.
A dona de casa Raimunda Ferreira, de 57 anos, já estava de olho nas opções. “Passo o Natal com minha família, e sempre fazemos o amigo invisível. Geralmente, pedimos coisas simples, como xícaras. Gosto muito desses itens, e tem coisa boa por menos de R$10 que dá para aproveitar”, comentou, enquanto escolhia o item.
Para a aposentada Ivonete Silva, 73, a praticidade e o custo-benefício são determinantes. “Vim comprar argolas para cortina e já aproveitei para olhar potes. Aqui, consegui cinco potes por R$10. São coisas úteis que sempre agradam quem recebe”, explicou.
Veja também:
Ao longo dos camelôs, é possível encontrar itens como meias, com o kit de 3 pares no valor de R$10. Já Evelyn Rocha, 26, gerente da loja Shopping da Maquiagem, localizada na rua Conselheiro João Alfredo, destacou a alta procura por cosméticos acessíveis. Batom Full Life da marca Tango custando entre R$3,50 e R$5,00, e esponja para base de R$3,00 são algumas das opções. “Produtos das marcas Playboy, Lyrics, Fenzza e Tango, são os que mais vendemos por até 10 reais. Muitas vezes, até fechamos vendas por caixas inteiras para quem visa brincar e presentear nesse período”, relatou.

Pesquisa/ produtos
- Caneca de alça: a partir de R$6,90
- Copos de vidro: entre R$1,50 e R$8,00
- Chaveiros: a partir de R$5,00
- Esmaltes e bases: a partir de R$2,50
- Carteira feminina: R$10,00
- Pochete: R$10,00
- Par de cílios postiços: a partir de R$4,00
- Esponja de maquiagem: R$3,00
- Kit blush e contorno Fenzza: R$10,00
- Batom Tango: a partir de R$3,50
Praça da República também oferta escolhas para presentear
Texto: Trayce Melo/Diário do Pará
Em plena Praça da República, além de ser um dos principais atrativos turísticos de Belém, aos domingos promove uma feira do artesanato. Nela, há várias barracas que oferecem artesanato local, itens de decoração, roupas e acessórios como opções acessíveis para presentes neste Natal.
O DIÁRIO percorreu a praça neste domingo (15). Com variados preços e diferentes funcionalidades, as opções encontradas vão de cadernetas custando a R$ 10 a bolsas com preço de R$ 300.

A loja Taueru oferece roupas com estampas botânicas, utilizando folhas reais para a impressão. Os preços das peças custam em torno de R$ 50 e R$ 60. O sortimento inclui calças, saias, blusas e vestidos feitos de viscose, com estampas de folhas de pariri, uma planta reconhecida por suas propriedades tintórias.
A proprietária Priscilla Machado, revela que aprendeu a técnica com sua tia e continua a dedicar-se ao ofício. “Oferecemos uma variedade de roupas ideais para presentear nesta época do ano. Estamos recebendo um número significativo de encomendas. Nossa expectativa para as vendas é alta, pois os turistas costumam apreciar bastante nossas opções de vestuário mais leve”, afirma.

Ela menciona ainda a proposta da loja, que está no mercado há dois anos. “A ideia está alinhada ao nosso clima, à nossa cidade e ao calor que enfrentamos. As peças são confeccionadas em viscose, material muito leve e fresco. Posso dizer que isso está intimamente relacionado à cultura e à moda mais sustentável”, relata.
A barraca da designer de bolsas Viviane Miranda oferece modelos confeccionados com fibras naturais, atendendo a todos os estilos. Ela expressa entusiasmo em relação às vendas: “Nossa expectativa é alta, pois as pessoas adoram presentear com bolsas, seja para mães, irmãs ou amigas. A variedade é ampla, com preços que começam em R$ 35,00 e podem chegar até R$ 300,00. Ofereço tanto opções mais sofisticadas quanto alternativas com preços mais em conta. Utilizo materiais como juta natural, fibra de ráfia e fibra de papel feita a partir de garrafa PET, além de também trabalhar com fibras sintéticas”, afirma.
Na barraca da artesã Silvia Ramos, há uma variedade de peças em crochê, mas o que realmente chama a atenção são os amigurumis. Ela oferece presépios, personagens de desenhos, terços e imagens de Nossa Senhora de Nazaré, com preços que variam de R$ 30 a R$ 110. Silvia menciona que a demanda por presépios tem sido bastante alta.

“Durante esta época de Natal, as pessoas costumam fazer encomendas de presépios, que são uma excelente opção de presente. Eles custam em média R$ 100. Mas também disponibilizamos bonecos, personagens de desenhos animados e animais a partir de R$ 30. As crianças ficam fascinadas”, relata.
Na barraca de papelaria da Rafaela Cohen, há uma ampla seleção de cadernos, calendários, cadernetas, blocos e marcadores de texto com gírias locais. Os preços vão de R$10 a R$23. Rafaela comenta que os cadernos são muito procurados como presentes. “As pessoas vêm aqui, visualizam uma gíria regional, se identificam e acabam comprando para dar de presente a alguém especial”, explica.

Onde encontrar/ redes sociais
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
Relacionado
ACRE
Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
Relacionado
ACRE
Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE6 dias agoUfac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
ACRE6 dias agoUfac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
ACRE5 dias agoEstudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login