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Polícia de Hong Kong anuncia recompensas para ativistas pró-democracia no exterior | Notícias sobre direitos humanos
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2 anos atrásem
A polícia em território chinês oferece recompensas de US$ 130 mil por informações que levem à prisão de seis ativistas.
As autoridades de Hong Kong ofereceram recompensas a seis ativistas pró-democracia acusados de prejudicar a segurança nacional na última repressão, para destacar o espaço cada vez menor para a dissidência no centro financeiro.
O anúncio feito pela polícia na terça-feira é a terceira vez que as autoridades oferecem recompensas de 1 milhão de dólares de Hong Kong (130 mil dólares) por informações que levem à prisão de defensores pró-democracia baseados no exterior.
A lista de procurados no território chinês inclui agora 19 activistas acusados de crimes vagamente definidos de secessão, subversão ou conluio.
O secretário de Segurança de Hong Kong, Chris Tang, disse que os ativistas colocaram em risco a segurança nacional através de atividades como lobby por sanções contra autoridades e juízes de Hong Kong.
Os ativistas recém-adicionados incluem Tony Chung, ex-chefe do grupo pró-independência de Hong Kong Studentlocalism, Joseph Tay, fundador da organização de defesa baseada no Canadá Hongkonger Station, e Carmen Lau do Conselho de Democracia de Hong Kong.
Os outros são Chung Kim-wah, ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa de Opinião Pública de Hong Kong, Victor Ho, um YouTuber baseado no Canadá, e Chloe Cheung, do Comitê para a Liberdade em Hong Kong.
“Desde que fugi, muitas vezes me arrependi de não ter podido servir meu povo até o fim”, disse Lau em um post no X.
“Portanto, como membro da diáspora e como cidadão de Hong Kong, juro colocar a nossa luta por Hong Kong antes de tudo, até mesmo antes de mim mesmo.”
As autoridades também disseram que cancelaram os passaportes de sete ativistas anteriormente adicionados à lista de procurados, incluindo o ex-legislador de Hong Kong, Ted Hui.
Outrora sede de uma oposição política vigorosa e de um dos ambientes mediáticos mais livres da Ásia, Hong Kong criminalizou praticamente todos os dissidentes ao abrigo de duras leis de segurança introduzidas em resposta aos protestos antigovernamentais em massa em 2019.
Os governos ocidentais e os grupos de direitos humanos condenaram a repressão na antiga colónia britânica, enquanto as autoridades da China continental e de Hong Kong defenderam as leis como necessárias para restaurar a estabilidade após as manifestações muitas vezes violentas de 2019.
Nenhum dos 19 na lista de procurados provavelmente será extraditado para Hong Kong, pois vivem em países ocidentais que expressaram preocupação com a diminuição dos direitos e liberdades na cidade.
Kevin Yam, um advogado residente na Austrália que foi adicionado à lista de procurados em julho passado depois de ser acusado de conluio com uma potência estrangeira, disse que as últimas recompensas prejudicariam os esforços da cidade para reavivar a sua reputação internacional, que foi prejudicada pelas repressões e alguns dos controles de fronteira mais rígidos do mundo durante a pandemia de COVID-19.
“O que eu diria é que cada vez que Hong Kong tenta relançar-se, o seu governo faz algo repressivo para minar tudo isso”, disse Yam à Al Jazeera.
“E eles são infantis o suficiente para pensar que, numa era de ciclos de notícias de 24 horas por dia, despejar ‘más notícias’ na véspera de Natal pode fazer com que as coisas pareçam menos ruins para eles.”
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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