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Dívida herdada pelo atual governo com o Santa Juliana supera os R$ 4 milhões

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A falta de gestão na Saúde Pública do Acre que vem se arrastando desde o governo de Tião Viana, do PT, pode continuar fazendo vítimas. Uma semana após a morte do primo do governador Gladson Cameli (PP), Paulo Messias Sales, 50 anos, no Pronto Socorro, por falta de um cateterismo, fontes revelam que o rombo deixado pela administração anterior com o Hospital Santa Juliana supera os R$ 4 milhões.

Sem esses recursos, as cirurgias cardíacas, incluindo o cateterismo, estavam suspensas desde o mês de fevereiro. De acordo com um cardiologista que prestas serviços no hospital, os procedimentos foram retomados há poucos dias, mas a direção da unidade de saúde afirma que a dívida da gestão anterior ainda está em aberto. A direção ainda espera que o diálogo seja inciado para negociar com o governo Cameli.
O Notícias da Hora obteve a informação do verdadeiro valor da dívida do Estado com Santa Juliana, que vinha sendo guardada a sete chaves pela cúpula da atual administração. De acordo com um padre, que pediu para não ser identificado, sem a contrapartida do Estado, fica difícil para o Hospital Santa Juliana continuar arcando com as despesas do SUS, embora haja boa vontade do corpo clínico em receber os pacientes.
Consultada, a Diocese de Rio Branco informou que uma coletiva de imprensa deve acontecer às 10 horas da manhã de terça-feira (19), na Cúria da Catedral Nossa Senhora de Nazaré para explicar ponto a ponto a respeito da falta de repasses. Desde que assumiu o governo em janeiro, Gladson Cameli ainda não sabe o que fazer com a herança de dívidas na área de saúde que recebeu do governo Tião Viana.

Dívida com a Souza Araújo

Outro exemplo é a dívida deixada com a Casa de Acolhida Souza Araújo. Dos valores repassados, conforme a nota divulgada hoje (18) pela Sesacre de R$ 220 mil, a informação obtida é que o recurso corresponde apenas ao mês de agosto de 2018. Dessa forma, o governo deve em repasses mais de R$ 1 milhão e meio aos hansenianos.
Desde que assumiu o compromisso com a Souza Araújo, em 1966, os governos sempre honraram o compromisso de repassar os valores, mas esse rito foi quebrado no governo de Tião Viana (PT), que com a crise econômica deixou de efetuar os repasses mensais.

A Sesacre

Consultada, a Sesacre informou que o pagamento do mês de fevereiro ao Hospital Santa Juliana está em análise pela equipe econômica

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