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Dois reféns israelenses lançados pelo Hamas – DW – 01/02/2025

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Pule a próxima seção Hamas entrega mais de 2 reféns para a Cruz Vermelha

01/02/20251 de fevereiro de 2025

Hamas entrega mais de 2 reféns à Cruz Vermelha

O grupo militante palestino islâmico Hamas entregou dois reféns israelenses em Gaza desde 7 de outubro de 2023 à Cruz Vermelha, como parte de um frágil acordo de cessar -fogo.

Imagens de Khan Younis, no sul da faixa de Gaza, mostraram dois reféns sendo entregues à Cruz Vermelha.

Eles são Yarden Bibas e Freench-Israeli de Kalderon.

Ainda não está claro quando o terceiro refém, Keith Siegel, que também é cidadão dos EUA, será entregue.

Os veículos da Cruz Vermelha haviam chegado anteriormente a Khan Younis para observar o lançamento dos reféns. Em troca, dezenas de palestinos devem ser libertados das prisões israelenses.

Espera -se que um total de 33 reféns israelense seja libertado em troca de quase 2.000 Prisioneiros palestinos Durante as primeiras seis semanas do cessar -fogo.

Fragil Gaza CeaseFire entra na segunda semana

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Pule na próxima seção Rafah cruzando para abrir para evacuações médicas de Gaza para o Egito

01/02/20251 de fevereiro de 2025

Rafah cruzando para abrir para evacuações médicas de Gaza ao Egito

Um caminhão amarelo à frente de um comboio
Caminhões alinhados no lado egípcio da fronteira com Rafah cruzando para GazaImagem: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

Espera -se que o cruzamento de Rafah de Gaza até o Egito seja reaberto no sábado para evacuações médicas, com um grupo de palestinos feridos que devem ser transportados através da fronteira para tratamento.

Rafah será aberta inicialmente para 50 militantes de civis feridos e 50 civis feridos, juntamente com as pessoas que os escoltam.

O Ministério da Saúde egípcio disse em comunicado que está “pronto para fornecer todos os serviços médicos para as pessoas feridas palestinas”.

A reabertura será monitorada por uma missão civil do União Europeia.

O chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, disse na sexta -feira que “a missão de fronteira civil da UE é empregada hoje para a rafah cruzando a pedido dos palestinos e dos israelenses”.

“Ele apoiará o pessoal da fronteira palestina e permitirá a transferência de indivíduos para fora de Gaza, incluindo aqueles que precisam de cuidados médicos”, disse ela no X.

A travessia foi fechada desde maio de 2024, depois das forças israelenses apreendeu o lado palestino da fronteira. A travessia serve como um dos principais pontos de entrada da ajuda humanitária em Gaza.

Família Gaza deslocada por greves israelenses retorna a Rafah

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Pule na próxima seção Hamas para liberar 3 reféns israelenses em troca de 183 palestinos

01/02/20251 de fevereiro de 2025

Hamas para liberar 3 reféns israelenses em troca de 183 palestinos

Grupos militantes em Gaza devem liberar três israelenses em troca de 183 palestinos mantidos em prisões israelenses.

O Reféns israelenses são Yarden Bibas, Keith Siegel, que também possui a cidadania dos EUA, e Ofer Kalderon, que também tem nacionalidade francesa, de acordo com os reféns e o grupo de campanhas de fórum de reféns e famílias.

Em troca da libertação dos três reféns israelenses, Israel libertará 183 prisioneiros, disse o grupo de defesa do clube de prisioneiros palestinos dos prisioneiros

Isso é mais que o dobro da figura inicialmente relatada de 90.

A troca de sábado é a Segunda troca de reféns Esta semana e a quarta desde o início do cessar -fogo.

Desde que o cessar-fogo começou em meados de janeiro de 19 de janeiro, os militantes de Gaza lançaram 15 reféns depois de mantê-los em cativeiro desde o ataque a Israel em 7 de outubro de 2023.

Israel e Hamas liberam mais reféns e prisioneiros

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KH, RMT/WMR (AFP, AP, Reuters, DPA)

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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