Resultado em São Paulo
“São Paulo tem maior abstenção da história no 2º turno, com 31,54%” (Política, 27/10). Quando a soma de abstenção, votos brancos e nulos supera o número de votos do primeiro colocado —3,6 milhões de pessoas não votaram em ninguém na capital paulista, maior abstenção da história no 2º turno—, há algo de podre no reino da política da metrópole mais rica do país.
Nildo Santos (São Paulo, SP)
Parabenizo a população de São Paulo pelo resultado das eleições (“Nunes derrota Boulos e é reeleito prefeito de SP, em vitória de Tarcísio e revés para Lula”, Política, 27/10). A vitória foi do bom senso, dos que não embarcaram na aventura de promessas vãs.
Luiz Thadeu Nunes e Silva (São Luís, MA)
A sociedade, e não só no Brasil, parece que cansou de esperar por protecionismo do Estado e procura uma maneira de viver melhor pelo próprio jeito que encontrar. Isso tudo junto e misturado causa um problema que precisa ser observado com atenção. Quem pensa em ocupar cargos futuramente e sua equipe de campanha, que se atente.
Cristina Reggiani (São Paulo, SP)
Partido
“Eleição de 2024 foi a última pá de cal no enterro do PSDB” (Camila Rocha, 27/10). Eu ainda acho que o desastre irreparável do partido foi o Doria ter tentado se candidatar a presidente em 2022, ao invés de ser reeleito governador de SP.
Albino Bonomi (Ribeirão Preto, SP)
Fala comprometedora
“Fala de Tarcísio sobre PCC tem potencial para torná-lo inelegível por abuso de poder político” (Política, 28/10). As pessoas esquecem que o governador está ali representando a máquina pública, não está em uma partida de futebol em que o brasileiro frequentemente confunde com permissão para falar o que quiser! Absurdo!
Gabriel Magalhães (São Paulo, SP)
Não acredito que a fala de Tarcísio teve qualquer influência no resultado eleitoral, mas foi muito irresponsável, a fala foi grave, transgrediu a lei eleitoral e tem que responder por isso.
Márcia Meireles (São Paulo, SP)
Eduardo Suplicy
“Suplicy recebe diagnóstico de câncer linfático e inicia tratamento com imunoquimioterapia” (Mônica Bergamo, 28/10). Um ser humano ímpar. Força, deputado.
Odete dos Santos (Guarulhos, SP)
Grande Suplicy, coração enorme, inteligente, culto, fossem todos como ele, o Brasil seria outro, muito melhor!
Wander Panfili (São Paulo, SP)
Disparate
“Há algo de podre no reino do Judiciário” (Lygia Maria, 27/10). A colunista fez uma análise detalhada e muito bem embasada, do tamanho do disparate que representa a remuneração dos magistrados e desembargadores de nosso sistema Judiciário. Uma casta agraciada com privilégios imorais e vultuosos. Um escárnio!
Marcos Fortunato de Barros (Americana, SP)
Humanidade
“A decisão moderna contra a natalidade, um direito, implica uma catástrofe” (Luiz Felipe Pondé, 27/10). Não sou assim pessimista. Não são poucos os cientistas que afirmam que nosso ecossistema não consegue sustentar o tamanho da nossa população, nos classificando quase como uma praga. A recusa em se reproduzir é, portanto, uma resposta às condições ambientais para reprodução.
Leandro Piva (Foz do Iguaçu, PR)
Equipes multidisciplinares
“Professor precisou ensinar habilidades emocionais sem tê-las, diz psicopedagoga” (Educação, 27/10). Não é justa essa cobrança sem apoio! É a classe que mais desenvolve isso na sua prática letiva e em contexto de alta complexidade. O ponto é: tem sido solitário, desvalorizado e sem responsabilização dos demais setores envolvidos, sobretudo o Estado e a família.
Renata de Souza Santos (Cotia, SP)
Premiação
“Vinicius Jr. e Real Madrid boicotam entrega da Bola de Ouro” (Esporte, 28/10). Só pelo fato de se saber quem é o vencedor antes da divulgação já mostra o quão manipulados são esses prêmios.
Sam Duart (Macapá, AP)
Com a Copa América que fez, fica difícil Vini Jr. ganhar o prêmio. Mas essa do Real Madrid boicotar a premiação é falta de esportividade. Um atleta tem que saber aceitar as derrotas, mesmo as injustas. Péssimo exemplo no mundo do futebol.
Heloisa Gomes (Rio de Janeiro, RJ)
De longe o jogador mais decisivo do melhor time do mundo.
Washington Santos (São Paulo, SP)
Trabalho presencial
“Chefes estão certos em insistir que trabalhadores voltem ao escritório?” (Mercado, 28/10). Na minha experiência, estão equivocados. Sou do setor público que mais resiste ao home office, o Judiciário. Verifiquei no meu gabinete que todos em home office, inclusive eu, rendem muito mais, porque em casa você não perde tempo com deslocamentos, não sai para almoçar e trabalha no momento mais adequado e em diversas sessões diárias.
Amaury Kuklinski (Campo Grande, MS)
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