POLÍTICA
Eleições 2024: VEJA terá live especial da apuração…
PUBLICADO
1 ano atrásem
Da Redação
VEJA realiza neste domingo, a partir das 17h, uma transmissão ao vivo com todos os detalhes da apuração e dos resultados do segundo turno. A transmissão estará disponível na plataforma de streaming gratuita VEJA+, no YouTube e nas nossas redes sociais. Sob o comando de Marcela Rahal e Ricardo Ferraz, o time de VEJA vai trazer análises exclusivas, com comentários de colunistas, informações em tempo real e entradas ao vivo com convidados.
Estão previstas as participações de especialistas e políticos. A live especial é parte do projeto VEJA e Vote, que reúne o que há de mais importante na cobertura das eleições de 2024.
Ao longo de todo o domingo, o site de VEJA traz reportagens sobre o dia decisivo da corrida eleitoral. A partir das 16h, o conteúdo produzido por cerca de 40 profissionais será reunido em um minuto a minuto da apuração, com atualizações sobre a contagem dos votos pelo Brasil e análises dos nossos colunistas. Por meio de uma ferramenta interativa de VEJA, será possível acompanhar os últimos lances do pleito nas principais capitais.
A iniciativa é parte da estratégia digital de VEJA, que contempla a expansão na área de vídeo e projetos multimídia. Acompanhe todos os detalhes da cobertura deste domingo em VEJA.com e nos canais digitais de VEJA.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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8 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.


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