Comissão foi recebida, na manhã desta sexta (1), pelo o governador, Procuradoria Geral do Estado, Secretário de Educação e Chefe da Casa Civil para decidir sobre a contratação.
Mesmo com a chuva da manhã desta sexta-feira (1), professores do quadro provisório do Acre protestaram em frente à Casa Civil, em Rio Branco, e pedem que o governo reveja a contratação dos servidores.
Uma comissão se reuniu ainda nesta manhã com o governador, Procuradoria Geral do Estado, e Secretário de Educação e Chefe da Casa Civil para decidir sobre o impasse. O G1 tentou conversar com representantes do governo, mas até esta publicação não obteve resposta.
Conforme a presidente do Sindicato dos Professores do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, no concurso provisório da Educação utilizaram o dispositivo de que quem tinha contrato anterior não podia ser recontratado.
“Os professores estão aqui para exigir que o estado pode contratá- los novamente. É permitido em lei a contratação sim. E, com a reunião, o objetivo é de sensibilizar o governador, porque são professores provisórios que estão na área há mais de 10 anos e o estado tem a necessidade”, disse.
Ainda conforme Rosana, uma média de 1,8 mil professores que trabalharam no ano passado e não podem trabalhar, segundo a medida.
A assistente educacional Jéssica Santos, de 25 anos, trabalhou por dois anos em um período de dez meses em cada ciclo e, conforme a decisão do governo, ela não pode mais assumir uma das vagas.
“A prioridade é para as pessoas que nunca trabalharam na Educação. Acho isso injusto, porque nós fizemos uma prova, estudamos para nos qualificar. Se o governo não voltar atrás, vou ficar desempregada. Por isso, vamos ficar aqui até recebermos uma resposta positiva”, contou Jéssica.

