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Empresas aumentam previsão para inflação e PIB, diz BC – 21/10/2024 – Mercado

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Marianna Gualter

Empresas não financeiras consultadas pelo Banco Central aumentaram a previsão para a inflação deste ano, mas ainda esperam que o índice encerre 2024 abaixo do teto da meta estabelecida pela autarquia. As companhias também subiram a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2024.

As informações constam no segundo relatório da pesquisa Firmus, divulgada pelo BC nesta segunda-feira (21). Os dados foram coletados entre 12 e 30 de agosto.

As empresas não financeiras preveem que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) terminará 2024 em 4,2%, abaixo do teto da meta de inflação, de 4,5%. O centro da meta oficial para a inflação é de 3%, com margem de tolerância de 1,5% ponto percentual.

A estimativa é maior do que a apresentada pelo primeiro relatório da Firmus, de 4,0%. O levantamento apresentava dados coletados entre 13 e 31 de maio e foi divulgado em 12 de agosto.

As empresas também aumentaram a projeção para o crescimento do PIB de 2024, de 2,00% para 2,20%.

A mediana para o IPCA de 2025 permaneceu em 4,0%. Já a projeção para a inflação de 2026 diminuiu de 3,70% para 3,60%.

A Firmus visa captar a percepção de empresas não financeiras sobre a situação de seus negócios e da economia brasileira.

A pesquisa é co-irmã da Focus, sondagem feita junto a analistas financeiros. Ela é realizada trimestralmente e suas coletas são feitas a partir da semana seguinte à primeira reunião do Copom de cada trimestre.

Ao todo, 95 empresas não financeiras inseriram expectativas nesta edição da pesquisa —três a mais do que no primeiro relatório.

Bancos centrais de economias avançadas fazem levantamentos similares à Firmus. Os dados revelam que as expectativas de empresas e famílias costumam ser mais altas que as do mercado financeiro.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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