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Encontre as calças perfeitas e elas combinam com tudo | Calças femininas
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2 anos atrásem
Jess Cartner-Morley
EUO ano tem sido uma mistura de coisas, não é? Altos e baixos, digamos. Este é provavelmente o resultado mais positivo de 2024. Mas quando os tempos são difíceis, é mais importante do que nunca celebrar as pequenas vitórias. E para mim, uma das grandes alegrias deste ano foi redescobrir o brilho absoluto de ter uma calça que combina com tudo o que você realmente gosta.
Minhas calças largas favoritas foram minha estrela do norte este ano. Eles trabalham com tudo e fazem tudo funcionar. Uso-os com mocassins e com ténis e botins. Com camisetas no verão, com camisas na primavera e no outono, com suéteres agora.
Meu par favorito é da Jigsaw (já escrevi sobre meu amor pelas calças Jigsaw, desculpe repetir, mas é a verdade) e são pretos, pernas largas, com vinco na frente e presilhas para cinto. Descobri, por meio de tentativas e muitos erros, que é isso que funciona para mim.
Não sou alto e acho que calças retas ou largas ficam disformes em mim, a menos que tenham um vinco na frente. E um cinto é essencial para fazê-los sentar-se como eu quero que fiquem o dia todo, em vez de parecerem caídos depois de algumas horas. Os que tenho são antigos, mas os do Jigsaw Calças de lã japonesa Kemp Wide Leg são semelhantes.
Custam £ 220, o que parece um preço alto para uma roupa simples de uma marca que a maioria de nós consideraria de rua, mas são 100% lã de qualidade, o que não é fácil de encontrar hoje em dia. (Quando verifiquei pela última vez, eles foram reduzidos para £ 165.) Uma versão mais acessível é Calças de perna reta sob medida da M&S (£ 39,50), embora atualmente pareçam estar disponíveis apenas em vermelho brilhante. Eu realmente gosto do Par Reiss (£ 138) mostrado aqui também. E o cinto combinando faz com que eles se sintam bem unidos, não?
Suas calças preferidas podem ter um estilo totalmente diferente. Uma calça palazzo ou flare ou cargo. A questão é que quando você encontrar as calças que facilitam sua vida, você não vai querer largá-las. Arrumo os meus sempre que viajo, porque – tal como os saquinhos de chá Yorkshire Gold, que também levo – dão-me a confiança de que um dia vai começar com o pé direito, mesmo que mais tarde possa desmoronar. Isso as roupas podem fazer. Não é o princípio e o fim de tudo, mas também não é nada.
De qualquer forma. Depois de encontrar o par que te protege, é realmente muito irritante ter que abandoná-los em dezembro, que é a parte mais exigente de todo o calendário de se vestir. Na época das festas, todas as coisas que têm sido brilhantes nas suas melhores calças – a sua fiabilidade básica, a estabilidade fora do radar que torna possível usá-las cinco dias seguidos e com um aspecto diferente a cada vez – faz com que eles são complicados para sair.
Mas fazer um esforço não significa necessariamente tornar a vida difícil para você. Estamos acostumados com roupas de festa que dão muito trabalho. Mas permita-me compartilhar uma sabedoria arduamente conquistada que acabei descobrindo, que a temporada de festas é igualmente divertida e muito menos chata, uma vez que você descubra algumas fórmulas de roupas de baixo impacto.
Isso é mais importante à medida que você envelhece, eu acho. Meu apetite por ficar fora até tarde em uma noite escolar não é mais o que costumava ser, mas ocasionalmente sou obrigado a comparecer. Isso soa familiar?
após a promoção do boletim informativo
Nesse caso, proponho basear uma roupa de festa em suas calças favoritas: troque seus mocassins grossos por saltos pontudos; sua blusa para um colete justo ou um body elegante; sua bolsa de trabalho por algo mais leve. Manter as calças vestidas torna o retorno mais rápido e simples. (Não depile as pernas ou procure meia-calça sem escorregões.) Você não precisa usar vestido de princesa se não quiser. Suas calças, como a Cinderela, irão ao baile.
Cabelo e maquiagem: Sophie Higginson usando Davines e L’Oreal. Assistente de estilo: Sam Deaman. Modelo: Claudia da Milk. Top de veludo, £ 78, Reiss. Calças, £ 138, Reiss. Brincos de argola, £ 85, e bolsa, £ 265, ambos Lulu Guinness
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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