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Estudante que só mexe os olhos escreve dissertação de mestrado piscando, letra por letra
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9 meses atrásem
Simplesmente extraordinário: o sul-coreano Jang Ik-sun, de 38 anos, ativista das causas das pessoas com deficiência, transformou a experiência pessoal em dissertação acadêmica. O estudante, que só mexe os olhos, escreve a pesquisa científica piscando, letra por letra.
A dissertação “Uma autoetnografia de um ativista de deficiência muscular acamado usando um ventilador” levou três anos para ficar pronta. Ela faz uma análise técnica, científica e sensível sobre a questão. Mostra, por exemplo, que a deficiência – física ou mental – esbarra em barreiras generalizadas.
A conquista do estudante virou assunto na Coreia do Sul e no mundo. Diagnosticado com distrofia muscular progressiva aos 5 anos, ele gradualmente perdeu quase os movimentos físicos e agora depende de um ventilador para respirar, segundo o The Korea Herald.
Como conseguiu
Jang estima que o estudo completo, já pronto para publicação, reuniu 70 mil caracteres escritos em coreano, considerando pontuação, correções e eficiência de texto preditivo, exigiu pelo menos 189 mil piscadas em várias revisões. Ele descartou o rascunho com 35 mil caracteres feito com 63 mil piscadas.
Para produzir a pesquisa, Jang, que fica a maior parte do tempo deitado, pediu a instalação no teto do quarto dele de um monitor com o teclado. Ele digita usando um mouse de rastreamento ocular, selecionando letras com piscadas cuidadosas.
Assim, sempre olhando para o alto, o estudante pisca, o aparelho robótico acoplado ao cérebro recebe os comandos e transforma em toques.
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Volta por cima
Falando em determinação, aqui no Brasil, o Só Notícia Boa mostrou na semana passada a conquista da atleta olímpica Laís Souza, de 36 anos, que ficou tetraplégica depois de um acidente ao esquiar. A jovem testou um exoesqueleto, sistema robótico, que lhe permite ficar de pé e movimentar – tanto pés, pernas, braços e mãos.
A alegria e a determinação da ginasta conquistaram as redes, uma vez que Laís foi categórica: “essa é minha luta, vou voltar a andar”.
Jang pensa da mesma forma: nada o impede de seguir adiante na meta de ser um pesquisador.
A dissertação reuniu 70 mil caracteres, escrita em coreano, considerando pontuação, correções e eficiência de texto preditivo. O que exigiu cerca de 189 mil piscadas em várias revisões. Foto: The Korea Herald
Com o sistema robótico acoplado à cabeça e o teclado com o computador dispostos no teto do quarto, Jang escreve a dissertação apenas piscando. Foto: The Korea Herald
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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