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EUA desviam fundos militares do Egito para o Líbano, afirma relatório | Notícias
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A Casa Branca deverá enviar 95 milhões de dólares ao Líbano, alegando segurança regional, ao mesmo tempo que considera as preocupações com os direitos humanos no Egipto, informa a Reuters.
Os Estados Unidos planeiam desviar para o Líbano 95 milhões de dólares em ajuda militar que foi originalmente atribuída ao Egipto, de acordo com um relatório não confirmado da agência de notícias.
A notificação do Departamento de Estado ao Congresso sobre a mudança planejada, informou a agência de notícias Reuters na segunda-feira, nomeia as forças armadas libanesas como “um parceiro chave” na defesa da Convenção de 27 de novembro de 2024. Acordo Israel-Líbano cessar as hostilidades e impedir que o Hezbollah ameace Israel.
A medida surge depois de alguns dos colegas democratas do presidente Joe Biden terem expressado profundas preocupações sobre o historial dos direitos humanos no Egipto, particularmente a prisão de milhares de presos políticos.
O conteúdo do documento permanece não confirmado. Nem o Departamento de Estado nem a embaixada egípcia em Washington responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.
Em Setembro, a publicação digital State do Departamento de Estado dos EUA disse que a administração Biden iria ignorar as condições de direitos humanos na ajuda militar ao Egipto para conceder ao Cairo uma alocação total de 1,3 mil milhões de dólares. O total incluiu 95 milhões de dólares vinculados especificamente ao progresso na libertação de presos políticos.
A notificação supostamente não especificava que os US$ 95 milhões eram especificamente esses fundos, mas um assessor do Congresso disse não acreditar que o valor fosse uma coincidência.
O Egipto tem sido um parceiro vital nos esforços da administração Biden para levar mais ajuda a Gaza e ajudou a mediar os esforços até agora mal sucedidos para garantir um cessar-fogo entre Israel e o Hamas.
A decisão de Setembro de conceder o dinheiro ao Egipto suscitou objecções dentro do Congresso, incluindo dos senadores democratas Chris Murphy e Chris Coons, ambos membros seniores da Comissão de Relações Exteriores, que divulgaram uma declaração conjunta condenando a decisão.
De acordo com o documento do Departamento de Estado, os fundos seriam disponibilizados para profissionalizar as Forças Armadas Libanesas (LAF), fortalecer a segurança das fronteiras, combater o terrorismo e atender aos requisitos de segurança afetados pela mudança de poder na Síria.
“Os Estados Unidos continuam a ser o parceiro de segurança preferido do Líbano, e o apoio dos EUA às LAF ajuda directamente a proteger o Líbano e a região mais ampla do Levante”, dizia a notificação.
Reforçando Exército do Líbano também poderia ajudar a garantir que a transição da Síria não seja perturbada pelo grupo xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão, que anteriormente desempenhou um papel importante no apoio a al-Assad durante a guerra civil na Síria.
Segundo a lei dos EUA, o Congresso tem 15 dias para se opor a uma realocação de assistência militar, mas um assessor do Congresso familiarizado com o processo comentou que esperava que os legisladores acolhessem com satisfação a transferência dos fundos da administração para o Líbano.
“Esta é uma forma de dizer: ‘Este financiamento que o Egipto realmente não merecia e não precisa, vamos reprogramá-lo e colocá-lo num lugar melhor”, disse o assessor à Reuters.
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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