ACRE
EUA libertam Bajabu, detido da Baía de Guantánamo, para o Quênia | Notícias sobre direitos humanos
PUBLICADO
1 ano atrásem
Vinte e nove prisioneiros permanecem no centro de detenção dos EUA em Cuba após a transferência de Mohammed Abdul Malik Bajabu.
Os Estados Unidos divulgaram Baía de Guantánamo o detido Mohammed Abdul Malik Bajabu para o Quénia, elevando o número de prisioneiros nas instalações para 29.
O Pentágono anunciou a libertação de Bajabu na terça-feira, dizendo que o secretário da Defesa, Lloyd Austin, notificou o Congresso da decisão de repatriá-lo para o Quénia no mês passado.
Bajabu foi preso pelas autoridades quenianas em Mombaça em 2007 e transferido para Guantánamo semanas depois por alegado envolvimento com o braço da Al-Qaeda na África Oriental.
O Conselho de Revisão Periódica, que avalia a situação dos detidos, determinou em 2021 que Bajabu “não era mais necessário para proteger contra uma ameaça significativa contínua à segurança nacional dos Estados Unidos”.
A Reprieve US, que representava Bajabu, saudou a sua libertação, dizendo que foi torturado pelas autoridades quenianas, bem como por militares dos EUA.
“Os EUA roubaram a um homem inocente os melhores anos da sua vida, separando-o da mulher e dos filhos pequenos quando estes mais precisavam dele”, disse num comunicado um advogado que ajudou a representar Bajabu.
“Seus filhos, bebês quando ele foi torturado, interrogado e enviado para Guantánamo, agora são adultos. Essa dívida nunca poderá ser paga, mas o mínimo que os EUA podem fazer é garantir que Abdulmalik receba o apoio e o espaço de que necessita para começar a sua vida de novo.”
O centro de detenção de Guantánamo inaugurado em 2002 para abrigar detidos capturados durante a chamada “guerra ao terror” após os ataques de 11 de setembro.
Localizada numa base militar dos EUA em Cuba, a prisão funciona sob um sistema jurídico liderado por comissões militares que não garantem os mesmos direitos que os tribunais tradicionais dos EUA.
Os detidos liberados para libertação às vezes passam anos em Guantánamo enquanto Washington procura países que os aceitem depois de serem libertados.
A prisão já abrigou cerca de 800 detidos, muitos dos quais inicialmente passaram algum tempo em locais secretos da CIA conhecidos como “locais negros”, onde eles foram torturados no âmbito do programa de “interrogatório reforçado” autorizado pela administração do ex-presidente George W Bush.
Guantánamo tornou-se um símbolo duradouro dos abusos dos EUA naquela época.
Barack Obama, que sucedeu a Bush, prometeu encerrar as instalações, mas falhou em grande parte devido a aspectos técnicos legais e oposição política interna.
Dos 29 detidos que permanecem em Guantánamo, 15 são elegíveis para transferência, segundo o Pentágono.
Em julho, Khalid Sheikh Mohammed, o suposto mentor dos ataques de 11 de setembro, e dois outros detidos chegaram a um acordo judicial que os levaria a passar o resto de suas vidas na prisão, sem a perspectiva de um julgamento em que o governo buscaria a morte. penalidade para eles.
Mas Austin bloqueou o negócio após protestos de alguns legisladores conservadores e familiares de vítimas do ataque.
Um juiz militar restabeleceu o acordo de confissão, mas o Pentágono recorreu dessa decisão.
Na terça-feira, o Pentágono disse que pretende eventualmente fechar o centro de detenção de Guantánamo.
“Os Estados Unidos apreciam o apoio aos esforços contínuos dos EUA em direção a um processo deliberado e completo focado na redução responsável da população detida e, em última análise, no fechamento das instalações da Baía de Guantánamo”, afirmou.
Relacionado
ACRE
Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
Relacionado
ACRE
I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
PUBLICADO
6 dias atrásem
6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE5 dias agoUfac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
ACRE6 dias agoI FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
ACRE5 dias agoEducação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
Economia e Negócios2 dias agoSambaex amplia eventos presenciais no Brasil, promove educação em criptomoedas e lança fundos sociais de educação e meio ambiente
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login