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Cruzeiro do Sul

Familiares são obrigados a roçar local onde parente seria sepultado em Cruzeiro do Sul

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Nem mesmo na morte, há sossego.” Essa frase pode descrever exatamente a situação constrangedora, que uma família acabou passando, durante o sepultamento de um parente no cemitério São João Batista, localizado na região central de Cruzeiro do Sul.
De acordo com uma fonte ligada diretamente à família, os parentes e amigos tiveram que utilizar-se de uma roçadeira para limpar o matagal, que havia tomado de conta do local, onde o defunto seria sepultado. O fato aconteceu semana passada.
Devido ao momento, a família preferiu não se pronunciar sobre o caso mas confirmou a veracidade dos fatos.
A empresa responsável pela limpeza pública em Cruzeiro do Sul, foi procurada para falar sobre o caso, mas até o fim desta matéria não conseguimos contato

Cruzeiro do Sul

Após ultrapassar sinal vermelho, ambulância colide contra motociclista no centro de Cruzeiro do Sul

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um acidente de trânsito foi registrado no início da noite desta sexta-feira, 23, no centro de Cruzeiro do Sul. De acordo com informações apuradas no local, uma ambulância acabou colidindo contra um motociclista, após ultrapassar o sinal vermelho.
Populares informaram ainda, que o sinal estava verde, para o condutor da motocicleta. Após entrar na principal, o condutor foi surpreendido pela colisão da ambulância. A vítima, Lisomar Gomes, de 33 anos, foi atendido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) no local. Segundo os paramédicos, Gomes quebrou uma das pernas.

No local, ele recebeu os devidos atendimentos e foi encaminhado ao Hospital do Juruá. A esposa dele que estava no local, disse que a ambulância estava com a sirene baixa no momento do acidente.
“Uma irresponsabilidade. A Samu vinha em alta velocidade, quando acabou batendo no meu marido”, finalizou.

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Cruzeiro do Sul

Presos de Cruzeiro do Sul vão fazer farinha na ExpoAcre Juruá

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Detentos do Presídio Manoel Neri, de Cruzeiro do Sul, vão mostrar ao público da ExpoJuruá, o processo de torragem da farinha de mandioca. A casa de farinha será montada na Av. Mâncio Lima, onde a ExpoJuruá será realizada de 31 de agosto a 1° de setembro.
O diretor do Presídio, Missael Lima, destaca que “os presos, que são exemplo de ressocialização estarão devidamente escoltados no evento”.

A meta da direção do presídio, é a produção e comercialização de 200 quilos de farinha nas quatro noites do evento. O público poderá degustar gratuitamente, os subprodutos da farinha, como biju e a tapioca.
Os móveis e o artesanato, além das verduras e legumes produzidos pelos presos, também estarão na Feira cruzeirense.
A ideia, segundo o diretor do presídio, Missael Lima, é mostrar à sociedade a importância do trabalho dos presos para a ressocialização. De acordo com o diretor, entre os presos que trabalham, o índice de retorno para a penitenciária é de cerca de 5%
Na ExpoAcre 2019 em Rio Branco, a farinha do presídio de Cruzeiro do Sul foi distribuída gratuitamente . Foram entregues ao público, 600 amostras de 150 gramas.

Uma tonelada de farinha por mês

Os presos fazem uma tonelada de farinha. Além de fazer a farinha com a mandioca do presídio, também fazem o produto com macaxeira de produtores locais, por meio de parceria.
O trabalho garante farinha para o consumo interno e a venda no mercado local. A renda média mensal para o presídio é de R$ 2.600. Dinheiro, que segundo o diretor, Missael Melo, serve para a compra de itens como remédios (os não fornecidos pela rede pública), roupas e artigos de expediente pro presidio. Caso a família do preso necessite, também pode acessar uma parte dos recursos
Missael Melo, cita que os presos desenvolvem várias outras atividades como a lavagem de veículos, corte de cabelo, limpeza e manutenção do presídio e que todas reduzem a pena, por meio da remissão. “O clima dentro do presídio melhorou muito com a maior inclusão de presos nas atividades”, explica, citando que pretende implantar no local a piscicultura e serviços como de borracharia e serralheria

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