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Flamengo busca empate com o Inter e vai encarar o Grêmio na semifinal

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O Flamengo está na semifinal da Libertadores. Atuando no Beira-Rio, a equipe carioca buscou o empate com o Internacional por 1 a 1 e, por causa da vantagem adquirida no jogo de ida, se garantiu entre os quatro melhores times do continente.

O próximo adversário é o Grêmio, que nesta terça despacou o Flamengo. A partida de ida ainda não tem uma data definida, mas está marcada para a primeira semana do mês de outubro. O primeiro duelo será em Porto Alegre e a volta no Rio de Janeiro.

O jogo

Ciente da boa vantagem adquirida no primeiro jogo, o Flamengo atuou com autoridade na primeira etapa e pouco correu riscos. A equipe ainda teve a chance de “matar” o confronto em duas ótimas oportunidades com Gabigol. Na primeira delas, ainda no primeiro minuto de jogo, o atacante chutou em cima de Marcelo Lomba, que mandou para escanteio. Já aos 43, o camisa 9 pegou mal na bola e mandou para fora.

Já o Inter pouco ameaçou. Um de seus melhores momentos foi aos 41, quando Patrick chutou de fora da área e a bola passou perto do gol defendido por Diego Alves. O goleiro, aliás, protagonizou um princípio de confusão no último lance do primeiro tempo, quando foi empurrado por D’Alessandro, que estava insatisfeito com a demora do flamenguista a voltar a colocar a bola em jogo.

Na volta do intervalo, o time gaúcho mostrou mais disposição e chegou ao seu primeiro gol aos 16, com Rodrigo Lindoso, de cabeça, após cobrança de falta de D’Alessandro. Apesar do volante estar em posição legal, o gol demorou bastante a ser confirmado por causa de uma possível participação de Rodrigo Moledo na jogada.

A vantagem no placar animou o Inter, que ainda precisava de mais um gol para igualar o marcador. E foi por causa dessa ofensividade que a equipe acabou se dando mal.

Em um contra-ataque “de cinema”, Bruno henrique puxou a bola desde o campo de defesa e, já dentro da área, rolou para Gabigol, que só teve o trabalho de chutar no canto e garantir o Flamengo de volta na semifinal da Libertadores depois de 35 anos.

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Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo

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O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, analisa retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor do salário mínimo seja corrigido pela inflação, para então autorizar o seu congelamento provisório em situações de “aperto fiscal”.  Uma das hipóteses é que o valor fique travado por dois anos. Proposta atualmente está em tramitação no Congresso. Informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo.

O salário mínimo já não tem mais a obrigatoriedade de ser reajustado acima da inflação, pois tal regra caiu esse ano no governo Bolsonaro. Agora, a nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação. No entanto, a Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

A teoria de Paulo Guedes é que, como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento em situações de “aperto fiscal”.

A medida será incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e tem autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). O texto atualmente está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por um grupo de parlamentares, representantes do Ministério da Economia e técnicos de Orçamento no Congresso.

FONTE: FOLHAPRESS

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BRASIL

Com o Brasil vivendo surtos de doenças, governo Bolsonaro quer reduzir compra de vacinas em R$ 393,7 milhões

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Com o Brasil vivenciando um surto de sarampo, além do aumento dos casos de febre amarela, o Ministério da Saúde quer reduzir as despesas com a aquisição e distribuição de vacinas em R$ 393,7 milhões no próximo ano. A proposta de corte está contida no projeto de lei orçamentária que foi encaminhada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional no final de agosto. 

O valor é 7% inferior aos R$ 5,3 bilhões previstos para este exercício e ainda poderá ser encolhido, já que R$ 1,4 bilhão, do total de R$ 4,9 previsto para 2020 terá sua liberação condicionada a uma aprovação legislativa extraordinária. 

Por meio de nota, o Ministério da Saúde que apesar do corte orçamentário “não faltarão recursos para a aquisição de vacinas”. Ainda segundo a pasta, o governo está “ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos”, o que justificaria a redução orçamentária para   das vacinas no próximo ano. 

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