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Fogo israelense mata soldados libaneses – DW – 24/10/2024
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2 anos atrásem
24 de outubro de 2024
Alemanha promete mais ajuda ao Líbano
A Alemanha disse que dará Líbano mais 96 milhões de euros (US$ 103,57 milhões) na ajuda humanitária e ao desenvolvimento.
Falando antes de uma conferência de ajuda ao Líbano na capital francesa, Paris, A ministra das Relações Exteriores, Annalena Baerbock, disse que a Alemanha queria mostrar que estava respondendo ativamente ao actual crise no Médio Oriente.
“Estamos a deixar claro que não só vemos o sofrimento no Líbano nestes dias, como estamos a agir; estamos a apoiar as pessoas no terreno que, na sua maior parte, querem apenas uma coisa: viver em segurança e paz em o futuro, assim como tantas pessoas em Israel”, — disse Baerbock.
O ministro dos Negócios Estrangeiros alemão acrescentou que “tudo deve ser feito” para evitar que uma nova guerra irrompa entre Israel e o Líbano.
“É exatamente nisso que continuamos a trabalhar, mesmo que tenha se tornado muito mais difícil”, disse ela.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros francês afirma esperar que a reunião de cerca de 50 delegações angarie cerca de 500 milhões de euros em ajuda humanitária.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, já anunciou o apoio na noite de quarta-feira, durante um telefonema com o primeiro-ministro interino libanês, Najib Mikati, de acordo com o porta-voz do governo, Steffen Hebestreit.
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24 de outubro de 2024
Fogo israelense mata 3 soldados libaneses: exército libanês
Três soldados libaneses, incluindo um oficial, foram mortos por Fogo israelense enquanto ajudava a evacuar pessoas feridas no sul Líbanodisse o exército libanês em comunicado na quinta-feira.
“O inimigo israelense teve como alvo o pessoal do exército libanês nas proximidades da aldeia de Yater, na área de Bint Jbeil, no sul, enquanto realizava uma operação para evacuar feridos, que levou à morte de três mártires, incluindo um oficial”, disse o comunicado. .
Israel tem levado a cabo ataques contra o Líbano, especialmente no sul, em resposta aos ataques transfronteiriços perpetrados pelas forças apoiadas pelo Irão. Hezbolá milícia.
O governo libanês tem pouca influência sobre o Hezbollah: Jornalista Karim el-Gawhary
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24 de outubro de 2024
Ataques aéreos israelenses atingem Damasco e Homs
Uma área residencial de Damasco e um local militar em Homs foram atingidos por Ataques aéreos israelensescom a mídia estatal síria noticiando a morte de um soldado.
O exército israelense “lançou um ataque a partir do Golã sírio ocupado e do norte do Líbano visando dois locais” no distrito de Kafr Sousa, em Damasco, e um local militar perto de Homs, informou a agência de notícias oficial SANA, citando uma fonte militar.
A SANA disse que um soldado foi morto e sete outros ficaram feridos no ataque em Homs, enquanto há relatos não confirmados do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha, de “perdas humanas” no ataque em Damasco.
Israel intensificou a sua campanha de ataques de anos contra alvos ligados ao Irão na Síria desde que o grupo militante palestiniano Hamas atacou Israel em 7 de Outubro do ano passado, desencadeando a Gaza guerra.
tj/wmr (AFP, AP, dpa, Reuters)
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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