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Fugitivo do ataque ao Capitólio dos EUA busca asilo no Canadá e espera perdão de Trump | Ataque ao Capitólio dos EUA

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Agence France Presse

Um homem americano que fugiu depois de ser condenado à prisão por seu papel no motim do Capitólio dos EUA está agora buscando asilo político no Canadá, pois espera perdão quando Donald Trump retorna à Casa Branca.

Antony Vo, 32 anos, foi condenado a nove meses de prisão e obrigado a apresentar-se numa prisão federal em 14 de junho de 2024, mas em vez disso fugiu para Canadá.

Mais de 1.500 pessoas foram acusadas em conexão com o ataque de 6 de janeiro ao Congresso, que procurou interromper a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden.

Vo, de Indiana, foi condenado em um julgamento com júri em Washington por quatro acusações de entrada em um prédio restrito e conduta desordeira relacionada às suas ações.

“Eu sabia que o Canadá tem um histórico de acolhimento de refugiados, desde os que fugiram do recrutamento militar na Guerra do Vietnã até as pessoas que esconderam Edward Snowden em Hong Kong”, disse ele à AFP.

“Então, arrumei meu equipamento de snowboard e cruzei a fronteira.”

Nos documentos de reivindicação de refugiados, Vo disse que o motim foi “um protesto pacífico” que foi “subvertido como parte de uma operação doméstica de mudança de regime para assassinar politicamente Trump e os seus apoiantes”.

O ataque ao Capitólio seguiu-se a um discurso inflamado do então presidente Trump a dezenas de milhares de seus apoiadores perto da Casa Branca, no qual ele repetiu suas falsas alegações de que ganhou a votação de 2020.

Mais de 140 policiais ficaram feridos em horas de confrontos com manifestantes empunhando mastros de bandeira, tacos de beisebol, tacos de hóquei e outras armas improvisadas, juntamente com Tasers e latas de spray contra ursos.

Vo insistiu que não viu violência.

Imagens nas redes sociais mostraram Vo e sua mãe Annie – que fugiu do Vietnã em 1991 e recebeu asilo nos Estados Unidos – sorrindo dentro do Capitólio naquele dia. Ela foi presa em março e aguarda julgamento.

Vo disse que espera permanecer no Canadá “até que a situação seja segura para eu retornar” aos Estados Unidos. “Quando Donald Trump tomar posse, espero que ele perdoe a mim e ao resto dos manifestantes de 6 de janeiro.”

Trump chamou os manifestantes de “patriotas” e “prisioneiros políticos” e disse à Câmara Municipal da CNN que estava “inclinado a perdoar muitos deles”.

Vários réus do motim do Capitólio aproveitaram a vitória eleitoral de Trump sobre Kamala Harris para pedir que seus julgamentos ou sentenças fossem suspensos.

O próprio Trump, que volta ao poder em janeiro, foi acusado de conspirar para anular os resultados das eleições de 2020.

Mas o caso nunca chegou a julgamento e está agora a ser encerrado no âmbito da política do Departamento de Justiça de não processar um presidente em exercício.

Vo disse que também tentou pedir asilo na Argentina, México, El Salvador, Vietname, Bielorrússia e Rússia.

“Explorei seriamente ter aulas de paramotor e depois viajar de paramotor de Key West para Cuba para buscar asilo lá também”, disse ele em sua reclamação.

Vo disse que no Canadá “as pessoas realmente cuidaram bem de mim”.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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