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Ganhador de quase R$ 6 milhões da Mega da Virada no AC ainda não retirou prêmio
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8 anos atrásem
Aposta foi feita na Lotérica Vitória, no bairro Cidade Nova, no Segundo Distrito de Rio Branco. Último registro de ganhador da Mega Sena no estado havia sido em 2003.
Foto: Ganhador da Mega da Virada no Acre fez aposta na Lotérica Vitória, no bairro Cidade Nova, em Rio Branco — Foto: Quésia Melo/G1.
O apostador do Acre que foi sorteado na Mega da Virada na noite de segunda-feira (31) foi o segundo do estado a ser contemplado com o prêmio. Conforme informou a Caixa Econômica Federal, o ganhador fez a aposta na Lotérica Vitória, no bairro Cidade Nova, no Segundo Distrito de Rio Branco.
Ao G1, nesta quarta (2), a direção da lotérica informou que o apostador ainda não apareceu no local para reivindicar o prêmio. O prazo para a retirada é de 90 dias, conforme a Caixa.
O jogador do Acre e outros 51 apostadores devem receber o prêmio de R$ R$ 5.818.007,36. O valor total do prêmio foi de R$ 302,5 milhões. O sorteio foi realizada na noite de segunda (31) em São Paulo.
Antes da premiação de 2018, a última aposta vencedora feita no Acre havia sido registrada em 2003. O acreano e outros dois jogadores dividiram o prêmio de R$ 6.796.888,03 ficando cada um com R$ 5.670,32.
Confira os ganhadores por estado:
- São Paulo (dez apostas: Adamantina, Guarujá, Pedreira, Praia Grande, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, Votorantim e três na capital);
- Acre (uma aposta em Rio Branco);
- Amazonas (uma aposta em Manaus);
- Bahia (cinco apostas: Salvador, Euclides da Cunha, Feira de Santana, Mata de São João e Valença);
- Ceará (uma aposta em Várzea Alegre);
- Distrito Federal (uma aposta em Brasília);
- Goiás (duas apostas: Bela Vista de Goiás e Jataí);
- Maranhão (duas apostas: Pedreiras e São Luís);
- Minas Gerais (seis apostas: Alfenas, Divinópolis, Martinho Campos, São Sebastião do Paraíso e duas em Belo Horizonte);
- Mato Grosso do Sul (três apostas: Corumbá, Costa Rica e Coxim);
- Pará (duas apostas: Almeirim e Itaituba);
- Paraíba (uma aposta em João Pessoa);
- Pernambuco (uma aposta em Lagoa do Itaenga);
- Paraná (duas apostas: Campo Mourão e Curitiba);
- Rio de Janeiro (oito apostas: Angra dos Reis, Barra do Piraí, Nova Iguaçu, Santo Antônio de Pádua e quatro na capital);
- Santa Catarina (uma aposta em Blumenau).
- Três apostas ganhadoras foram feitas por canal eletrônico.
Por Quésia Melo, G1 AC
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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