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Gladson Cameli pode pagar carro pela demissão de Ednaldo Gomes

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Uma das grandes injustiças que poderá acontecer, e já está marcada para acontecer, será a destituição do jornalista Ednaldo Gomes do cargo de diretor das rádios AM e FM de Sena Madureira. Gladson vem sendo atormentado dia e noite pelo prefeito Mazinho Serafim para que Ednaldo deixe o cargo. E anotem ai: Gladson pode pagar caro, muito caro ao se comover com os choromingos de Serafim, que já lhe humilhou por várias vezes em público.

Sem amarras



O governador decidiu enviar uma pessoa de Rio Branco para assumir a função. Essa pessoa terá que estar desamarrada de Serafim e de Ghelen Diniz, que nas próximas eleições irão se digladiar na disputa para a Prefeitura de Sena.

Ao Ednaldo

Ao colega Ednaldo Gomes vai aqui o meu abraço solidário. Sei dos problemas de saúde por quais você está passando, e que nem mesmo assim baixou a cabeça. Sei também o quanto você lutou para ser um dos jornalistas mais respeitados e amados do nosso Vale do Iaco, e do Acre. Sei da sua luta para recuperar as duas rádios de Sena, que estavam só a sucata. Tenha certeza, amigo, que essa nuvem negra, carregada e ruim, vai passar. Você é maior do que tudo isso.

Sempre sobra

O problema dessas brigas políticas é que sempre sobra para os órgãos públicos, que muitas vezes são dirigidos por pessoas sem experiência e de caráter duvidoso.

Já deveria saber

Durante meus 54 anos de vida nunca tinha visto a população de Sena Madureira tão apavorada, com tanto medo. Isso é ruim para a democracia e para o próprio governador, que já deveria saber muito bem quem está ao seu lado por ideais e por conveniência.

Se alui, Ghelem!

Tive um tempo curto na vida política. Acredito que a inexperiência e algumas tolices ajudaram a desembarcar dessa canoa tão cheia de traições e falsidade. Mas que também carrega gente honesta e de bom coração. Mas, acreditem, nunca corri de uma boa briga. E se eu estivesse hoje no lugar do deputado Ghelen Diniz (ele indicou Ednaldo para o cargo), estaria em campo de guerra com os perseguidores desse grande homem da imprensa senamadureirense. Hoje é o Ednaldo, amanhã poderá ser qualquer um de vocês, seja quem ocupa cargo público ou um cidadão comum que ousar dizer não.

Olha o punhal

Glasdon, que surfa na onda popular, já é considerado o governador mais amado de todos os tempos. Isso, por mérito dele, que sempre foi uma pessoa alegre, extrovertida e, diga de passagem, humilde e democrático. Não tem necessidade de ficar atendendo a caprichos de quem quer que seja. Cuidado com o punhal, Gladson!

O escorpião e o sapo

Cameli precisa entender que uma vez escorpião, sempre escorpião. Não se muda a natureza das pessoas. E algumas delas, assim como a fábula do escorpião e o sapo, preferem morrer, e levar junto seu adversário, ou amigo.

Propositivo

O deputado Roberto Duarte (MDB) tem feito um mandato propositivo e, diga-se de passagem, participativo. Tem visitado os municípios e entrado dentro das escolas com palestras jurídicas. É atuante e muito autêntico. Na sessão solene de 75 anos de aniversário da Rádio Difusora Acreana, falando em nome do parlamento, fez rasgados elogios ao governador Gladson Cameli.

Em tempo

A coletiva promovida pelo Palácio Rio Branco para apresentar as medidas de combate aos focos ativos de incêndio no Acre foi em tempo. O decreto de emergência destacado leva em consideração, entre outros aspectos, a escassez de chuvas e a umidade relativa do ar, fatos que aumentam os riscos de incêndios florestais e queimadas urbanas, potencializando danos à saúde e ao meio ambiente.

Recursos financeiros

O governo federal depois de aceitar ajuda internacional liberou recursos ao Ministério da Defesa para o combate a incêndios em sete dos nove estados da Amazônia. O Acre foi incluído. O valor havia sido contingenciado do montante voltado para Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que tinham orçamento aprovado de R$ R$ 47,5 milhões. Desse total, cerca de R$ 7,1 milhões já estava sendo utilizado.

Sete pragas

A cada manifestação do presidente Jair Bolsonaro, parece que aproximamos a Amazônia das sete pragas do Egito. A verdade é que existe muita informação e desinformação em torno desse tema. É acertada a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) de montar uma comissão especial para dialogar com o parlamento europeu.

Jorge antenado

O ex-senador Jorge Viana tenta, mesmo fora do mandato, colaborar com o debate sobre desmatamento, gravou vídeo para as redes sociais. De forma técnica ele reconhece que houve aumento no desmatamento e da pacificação entre floresta e produtores. “Os dados mostram aumento de 80% no aumento de desmatamento e essa tendência é perigosa”, diz o trecho do vídeo.

Frase quente!

O advogado, jornalista, bel. em Letras/Espanhol e auditor da Receita do Acre aposentado, Joaquim José Castro, lançou mais fumaça sobre a polêmica nacional que envolve o Estado. “Vivi 38 anos no Acre e sempre houve queimadas, sem necessidade desse pânico e alarde de ecologistas de gabinetes!”, questionou. E disse mais: “Querem sim, é nos manter no atraso e levarem nossas riquezas disfarçadamente”. Tá no blog do Evandro Cordeiro.

Atenta

A deputada Vanda Milani está batendo firme em cima dessa questão das queimadas na Amazônia. Vanda, segue atenta e vem debatendo o tema com muita prudência e responsabilidade.

Gabinete institucional

O governador Gladson Cameli vai repetir a regra da Expoacre em Rio Branco e montar seu gabinete institucional no Juruá. Será na casa do ex-prefeito Vagner Sales. Palestras sobre genética leiteira acontecem durante os quatro dias de feira. A avenida Mâncio Lima está interditada e os trabalhos seguem em ritmo acelerado.

Liberdade e dignidade

Essas foram as duas palavras mais usadas no discurso do governado Gladson Cameli durante a solenidade de 75 anos da Rádio Difusora Acrena na Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Cameli foi muito aplaudido, principalmente, quando garantiu aos radialistas Nilda Dantas e Reginaldo Cordeiro, a Ordem da Estrela do Acre pelos relevantes serviços prestados.

Agenda no interior

Cameli estava tão à vontade, que cancelou sua ida à Brasília, determinando o encontro com o presidente Jair Bolsonaro ao vice-governador Major Rocha. Ele hoje cumpre agenda nas cidades de Feijó (Ac) e Tarauacá. Na quinta, ele abre oficialmente a ExpoJuruá.

Mais verbas

O vice-governador Major Rocha garantiu uma emenda de R$ 300 mil para a recuperação do prédio antes utilizado pelo Tribunal de Justiça que abrigará um auditório para a Rádio Difusora Acreana. A emenda será destinada pela irmã, deputada Mara Rocha (PSDB). Com o espaço revitalizado, o diretor Raimundo Fernandes pretende resgatar os programas de auditórios que fizeram sucesso nas décadas de 80 e 90.

Saúde em foco

No mesmo evento solene de radiofusão, o governador do Acre assinou a ordem de serviços para retomada das obras do Instituto de Traumatologia (Into). A garantia é que o prédio seja entregue no final do ano, antes do Natal.

Britânica

Antes de participar do ato de assinatura da ordem de serviço para o Into, a secretária Mônica Feres pagou geral com o cerimonial do Palácio Rio Branco. Ela chegou pontualmente às 9 horas para um coffee break. Depois, participou da solenidade.

Passa bem

A assessoria do presidente da Assembleia Legislativa do Acre não informou, mas o deputado estadual Nicolau Júnior (Progressistas) teve complicações com sua saúde na viagem que fez à São Paulo. O progressista estava acompanhado da irmã, a primeira dama do estado, Ana Paula Cameli. Ele passa bem e presidiu a sessão do parlamento nesta terça-feira.

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Embrapa do Acre alerta para o surto da mandarová, lagarta que é a maior ameaça à cultura da macaxeira no estado

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O maior inimigo da cultura da macaxeira no Acre, uma atividade estratégica para a economia do Estado, tem nome, é bem pequena, mas tem um poder devastador.

A mandarová, uma lagarta que é capaz de destruir plantações inteiras em poucos dias. O combate aquela que é considerada hoje o maior inseto-praga das plantações de macaxeira é um desafio para diminuir o surto que, conforme registros da Embrapa, chegou ao Acre pela primeira vez em 1980.



Em um artigo, o biólogo Rodrigo Souza Santos, doutor em Entomologia Agrícola e pesquisador da Embrapa Acre, alerta sobre os cuidados necessários para evitar a destruição dos plantios pela lagarta. As orientações vão desde o uso de luz incandescente comum, fixada a um poste, e de um tambor cortado ao meio contendo água com sabão, como coletor, que podem ser utilizadas para o monitoramento do início das revoadas das mariposas, bem como para reduzir o número de adultos na área, até a catação manual e até a produção de um inseticida biológico, produzido a partir das próprias lagartas mortas, que pode ser “fabricado” pelos próprios produtores rurais.

Leia o artigo abaixo na íntegra:

Surto populacional de insetos: o caso do mandarová-da-mandioca no Vale do Juruá

A mesorregião do Vale do Juruá corresponde a oito municípios do estado do Acre (Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Feijó, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Jordão), com área de 85.448 km² e população aproximada de 250 mil habitantes. A farinha de mandioca desempenha importante papel socioeconômico para as populações rurais acreanas, especialmente do Vale do Juruá. Além de gerar trabalho e renda no campo, é componente básico da dieta alimentar de grande parte das famílias. Em 2018, a tradicional farinha produzida em Cruzeiro do Sul entrou para a lista de produtos com selo de indicação geográfica, que atesta sua procedência e qualidade.

A produção de mandioca é uma atividade estratégica para a economia acreana, mas, como toda cultura agrícola, enfrenta entraves que podem representar ameaça ao fortalecimento desse arranjo produtivo local, destacando-se a incidência de pragas. Atualmente os insetos-praga associados ao cultivo da mandioca no estado do Acre são: a mosca-das-galhas [Jatrophobia brasiliensis (Rüebsaamen)], mosca-branca [Bemisia tabaci (Genn.)], percevejos-de-renda [Vatiga manihotae (Drake), Vatiga illudens (Drake) e Gargaphia opima (Drake)], formigas-cortadeiras [Atta spp. e Acromyrmex sp.], broca-da-haste [Sternocoelus sp.] e o mandarová-da-mandioca [Erinnyis ello (L.)]. Esse último é considerado o inseto-praga mais importante da cultura, devido aos danos que provoca em altas infestações.

O mandarová-da-mandioca, conhecido como “gervão”, “mandarová”, “mandruvá” ou “lagarta-da-mandioca”, é uma mariposa (ordem Lepidoptera) com 90 mm de envergadura, coloração acinzentada e faixas pretas no abdome. As asas anteriores são de coloração cinza e as posteriores são vermelhas com bordos pretos. Na fase jovem, os insetos causam danos às suas plantas hospedeiras, visto que as lagartas são herbívoras vorazes, podendo consumir até 12 folhas bem desenvolvidas em 15 dias. Por outro lado, quando adultos, se alimentam de néctar e não causam danos à cultura.

Todo inseto herbívoro é classificado como praga a partir de seu nível populacional e nível de dano que provoca na planta hospedeira. No estado do Acre, frequentemente são registrados surtos do mandarová em plantios de mandioca, especialmente na região do Vale do Juruá, mas também já houve registro de surto populacional desse inseto-praga em cultivos de seringueira. Entretanto, o mandarová é um inseto polífago, podendo se alimentar de mais de 35 espécies de plantas.

Um surto populacional de insetos é um evento de alta complexidade, determinado por diversos fatores (bióticos e/ou abióticos) interligados, extremamente difícil de se prever. No entanto, algumas situações certamente contribuem para ocorrência desse evento, tais como: 1) monocultivo – sistema de produção que simplifica o ecossistema e permite aos insetos acessarem grande quantidade de recurso alimentar, geralmente em plantas com baixa diversidade genética; 2) temperatura, luminosidade, umidade e precipitação – os insetos necessitam de condições abióticas ótimas para se desenvolverem e reproduzirem; 3) controle biológico natural – os inimigos naturais (predadores, parasitoides e entomopatógenos) são responsáveis pela regulação de populações de insetos herbívoros em condições naturais. Assim, a ausência de inimigos naturais permite que os herbívoros se proliferem mais rapidamente; e 4) potencial biótico do inseto-praga – cada espécie de inseto possui uma capacidade máxima de reprodução, que é determinada, dentre outros fatores, pela duração de seu ciclo de vida e tamanho da sua prole, em condições ideais.

A literatura aponta que o primeiro surto do mandarová em cultivo de mandioca no Acre ocorreu em 1980, seguido de outros dois em 1993 e 1998, com perdas de até 60% na produção. Posteriormente, datam surtos de menor magnitude em 2002 e 2007, e surtos mais recentes na região do Vale do Juruá, registrados em 2019, na Terra Indígena Carapanã, localizada à margem do Rio Tarauacá, e em 2023, em propriedades rurais de Cruzeiro do Sul. Em 2014 foram registrados surtos do mandarová em seringais comerciais de sete municípios acreanos.

A catação manual, com eliminação das lagartas por esmagamento ou corte com tesoura, é recomendada para cultivos de mandioca de até 2 ha. A eliminação de plantas invasoras hospedeiras à praga, presentes na plantação ou em suas imediações é outra alternativa para minimizar os riscos de surtos. No que tange ao controle químico, atualmente 22 produtos estão registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária para o controle do mandarová na cultura da mandioca. É importante ressaltar que a aquisição e utilização de qualquer inseticida devem ser recomendadas por um engenheiro-agrônomo, seguindo-se o receituário agronômico apropriado, além da observância quanto ao uso de equipamento de proteção individual (EPI).

Existem insetos predadores e parasitoides associados ao mandarová atuando no controle biológico do inseto em campo. No entanto, o principal agente de controle biológico natural é o Baculovirus erinnyis, um vírus específico do inseto, que não causa danos em humanos. Aproximadamente 4 dias após a ingestão do vírus pelas lagartas surgem os primeiros sintomas de infecção no organismo do inseto (descoloração da lagarta, perda dos movimentos e da capacidade de se alimentar). No estágio final da infecção, as lagartas morrem e ficam dependuradas nos pecíolos das folhas.

Para produção desse inseticida biológico, lagartas recém-mortas são coletadas e maceradas com uso de aproximadamente 5 mL de água pura. Essa mistura deve ser coada em um pano fino e limpo, resultando em um líquido viscoso que pode ser acondicionado em embalagem plástica tipo “sacolé” e congelado por prazo indefinido. Para ser utilizado, o produto deve ser descongelado e diluído em água limpa, na proporção de 100 mL do extrato por hectare, para pulverização no campo. O uso do baculovírus pode controlar até 98% das lagartas nos primeiros 3 dias após a aplicação, quando realizada em lagartas jovens, entre o primeiro e terceiro instar (até aproximadamente 3 cm de comprimento).

Rodrigo Souza Santos é Biólogo, doutor em Entomologia Agrícola, pesquisador da Embrapa Acre, Rio Branco, AC

Fotos: Embrapa/AC.

O monitoramento do cultivo é essencial para a tomada de decisão sobre a época e formas de controle do mandarová. Armadilhas atrativas, com uso de luz incandescente comum, fixada a um poste, e de um tambor cortado ao meio contendo água com sabão, como coletor, podem ser utilizadas para o monitoramento do início das revoadas das mariposas, bem como para reduzir o número de adultos na área.

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TJAC participa de entrega de títulos definitivos

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Poder Judiciário do Acre possui parceria com o Governo do Acre com a campanha nacional do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) sobre regularização fundiária intitulada “Solo Seguro”.

Ter títulos de propriedade definitivos traz segurança e estabilidade permitindo que as pessoas possam investir em suas propriedades. Nesta sexta-feira, 5, 500 títulos definitivos urbanos e das entidades religiosas foram entregues em mais uma ação do Governo do Estado do Acre, que contou com o apoio do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).



A atividade, que ocorreu na quadra da Escola Doutor Mário de Oliveira, contou com representantes do TJAC pela questão de o órgão possuir parceria com o Instituto de Terras do Acre (Iteracre), através da campanha nacional do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) sobre regularização fundiária intitulada “Solo Seguro”.

O juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Alex Oivane destacou que a falta de títulos de terras é um problema em muitas regiões causando incerteza e dificuldades para as pessoas que vivem nessas áreas. Ele ainda reforçou que a ação também contribui para a superação dos conflitos fundiários, a promoção da justiça, o acesso à terra, proteção ambiental e segurança jurídica.

“Isso trará não só a devida segurança jurídica a essas comunidades, fazendo com que as pessoas passem a possuir a legalidade habitacional e a possibilidade de instalar comércios, mas também tenham sua dignidade devolvida. Isso impacta positivamente a vida das pessoas e das comunidades”, disse.

Nesta ação em Rio Branco, foram beneficiadas famílias dos bairros: Aeroporto Velho, Areal, Ayrton Senna, Bahia Nova, Bahia Velha, Boa União, Boa Vista, Calafate, Chico Mendes, Custódio Freire, Esperança III, Farhat, Glória, Israel Lira, João Paulo II, Jorge Lavocat, Palheiral, Pedro Roseno, Pista, Plácido de Castro, Santa Inês, Sobral e Vila Acre. Títulos rurais também serão entregues na capital.

Ao lado da presidente do Iteracre, Gabriela Câmara, o governador Gladson Cameli ressaltou sobre a união entre os poderes e uma série de benefícios que as famílias recebem com os títulos. “Hoje, estamos entregando cidadania, que é o título da terra para as pessoas que terão o documento da sua moradia, do seu local, a prova definitiva do pertencimento”, disse.

Segundo a presidente do Iteracre, entre 2023 e 2024, já foram entregues mais de 8 mil títulos, divididos entre áreas urbanas e rurais. Essa iniciativa faz parte das ações executadas pelo Programa Minha Terra de Papel Passado e do Programa Igreja Legal, do Iteracre

A ação marcou também o lançamento do Mutirão de Cirurgias Ortopédicas da Fundhacre.

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“As vozes Tarauacá ” Inscrições vão até 29 de Março

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Estão abertas e se estendem até o final do mês de março (29), inscrições para o projeto “As Vozes de Tarauacá”. Os interessados em participar deverão procurar os seguintes locais:
Crianças de 10 a 14 anos: Escola onde estuda

Jovens de 14 a 18 anos: Escola onde estuda



Adulto, acima de 18 anos, escola, se ainda estudar e Rádio Comunitária Nova Era FM.

A inscrição deve ser realizada num formulário simples disponibilizado para a direção das escolas e da rádio.

Informações:

WHATSAAP – 99977 5176 (Raimundo Accioly) 99938 6041 (Leandro Simões)

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