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Governadora em exercício Mailza Assis entrega mais de 800 brinquedos arrecadados pelo Estado para a campanha Papai Noel dos Correios 2024
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Carolina Torres
Fazendo do Natal um momento inesquecível para milhares de crianças, a governadora do Acre em exercício e secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Mailza Assis, entregou nesta quinta-feira, 5, cerca de 815 brinquedos arrecadados pelo governo, na campanha de adoção de cartinhas dos Correios do Acre.

A ação, fruto da parceria entre o governo do Estado e os Correios, é realizada anualmente e, desta vez, integra a Campanha “Papai Noel dos Correios 2024″, na qual servidores adotam cartinhas e atendem aos pedidos de crianças em situação de vulnerabilidade social.
Mais de seis escolas acreanas foram beneficiadas pela iniciativa promovida por servidores da SEASDH e do Gabinete da vice-governadora. Para Mailza Assis, esse momento simboliza a realização de sonhos, tanto para as crianças quanto para os gestores estaduais, reafirmando o compromisso de fazer o bem e cuidar das pessoas.

“Reafirmo o compromisso do governo do Estado, liderado pelo nosso governador, Gladson Cameli, e da Secretaria de Assistência Social, que tem como essência trabalhar diariamente para ajudar, assistir e cuidar das pessoas, garantindo direitos. Realizar sonhos, como o das crianças que participam dessa campanha, é algo transformador. Não é apenas sobre ganhar um presente, mas sobre garantir a elas um direito: o direito de sonhar, de se sentir valorizadas, de ter momentos de alegria que complementam sua formação educacional e socialização”, afirmou.
A campanha teve início em 6 de novembro e segue até o dia 12. Os brinquedos poderão ser entregues até o dia 13 deste mês, garantindo que todas as crianças recebam seus presentes antes da celebração natalina.

O superintendente dos Correios do Acre, Francisco Ithamar de Souza, destacou a importância da parceria com o governo do Estado para o sucesso da campanha.
“Agradecemos a cooperação do governo do Estado e da vice-governadora, que se sensibilizaram e mobilizaram esforços para transformar os sonhos das crianças em realidade. Só conseguimos mudar uma sociedade por meio da solidariedade e da formação das crianças. Atendendo a esses sonhos, ajudamos a criar crianças mais felizes e saudáveis, contribuindo para uma sociedade melhor”, disse.
Mailza Assis leu uma das cartinhas enviadas por uma criança, que reflete a simplicidade e o desejo de um presente de Natal:
“Olá, meu querido Papai Noel! Meu nome é Isaac, tenho 10 anos. Este ano, fui um ótimo filho e brinquei bastante. Como o Natal está chegando, gostaria de pedir uma coleção de bonecos do Dragon Ball Z. Não precisa ser original, porque sei que os originais são muito caros, e não quero que você gaste muito dinheiro. Mas, se você achar que eu não mereço a coleção inteira, ficaria muito feliz em ganhar apenas alguns bonecos do Dragon Ball Z.”

A governadora destacou a importância desse pedido: “Essa cartinha reflete a pureza e a consciência de uma criança que compreende o valor das coisas. Saber que podemos realizar o sonho do Isaac, de ter seu brinquedo preferido, é uma honra. É emocionante ler pedidos como o dele, cheios de emoção e sonhos.”
Com uma demanda de 2.300 cartinhas, Francisco Ithamar convida a sociedade e as instituições públicas e privadas a contribuírem com essa grande ação. “Já estamos recebendo os brinquedos, mas ainda há cartinhas disponíveis. Para quem quiser ajudar, é só ir até os Correios, ao cantinho do Papai Noel, ler uma cartinha e adotá-la. Com certeza, conseguiremos atender a todas as 2.300 cartinhas cadastradas.”
As doações feitas pelo governo do estado irão beneficiar os alunos de seis escolas estaduais participantes da campanha Papai Noel dos Correios, incluindo as escolas Ione Portela da Costa Amorim, Belo Jardim, Ramona de Castro, Francisco Cândido Xavier, Madre Hildebranda da Prá, e Clarisse Fecury.
Como adotar uma cartinha
Para participar da campanha na adoção de cartinhas, há duas opções:
Digital
Acessar o blog da campanha: clicar em Adoção On-line, escolher até 50 cartas e informar seus dados (nome, telefone e e-mail), para registro da adoção no sistema informacional da campanha.
Física
Retirar uma cartinha em uma das agências participantes, indicadas no blog da campanha. Em Rio Branco, a agência participante fica localizada na Avenida Epaminondas Jacome, 2.858, Centro.
É possível adotar uma cartinha até o dia 12 de dezembro.
Com o presente em mãos, o padrinho ou madrinha tem até o dia 13 de dezembro para se dirigir até a agência do Correios da Avenida Epaminondas Jacome e entregar o presente.
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário



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