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Hospital particular de Rio Branco tem 4 pessoas na fila de espera por vaga em UTI Covid
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5 anos atrásem
O Hospital Santa Juliana, em Rio Branco, que atende a rede privada de saúde, tem quatro pacientes na fila de espera por uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), na manhã deste sábado (27). A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do hospital.
Na sexta-feira (26), o hospital tinha cinco pessoas à espera de um leito. Além das UTIs, o hospital também tem 10 pessoas esperando por vaga na ala Covid, de acordo com a assessoria.
Além do hospital Santa Juliana, que atua no limite, outras unidades da rede privada da capital acreana já dotaram medidas de suspensão de atendimentos devido ao número elevado dos casos.
No dia 14 de fevereiro, a Unimed Rio Branco anunciou a suspensão das cirurgias eletivas. A medida foi adotada por um período de 30 dias para garantir que não faltem leitos e oxigênio aos pacientes em tratamento contra a Covid-19.
Já no dia 17, a Pronto Clínica suspendeu os atendimentos de urgência e emergência por tempo indeterminado em Rio Branco. O hospital informou que a medida precisou ser tomada, uma vez que está operando no limite de sua capacidade de recursos, principalmente com relação à oferta de oxigênio.
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Hospitais do SUS também estão sem vagas de UTIs — Foto: Junior Aguiar/Secom-AC
Situação dos leitos na rede pública
O aumento do casos de Covid-19 no estado tem levado os hospitais de todo Acre a trabalharem no limite dos leitos de UTI. O G1 não conseguiu resposta da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), na manhã deste sábado (27).
Porém, o Sindicato dos Médicos (Sindmed) informou que não há mais vagas no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), no Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul. O G1 não conseguiu confirmar os dados com a direção das unidades.
Ao G1 a direção do pronto socorro informou que havia uma vaga de UTI Covid disponível para Central de Regulação. E informou ainda que acontece uma reunião para definir novas medidas para abertura de mais leitos.
Com a lotação dos hospitais, no início desta semana, o governador Gladson Cameli disse que não descartava a transferência de pacientes do Acre para outros estados para evitar o colapso no sistema de saúde do estado. Além da pandemia do coronavírus, o Acre ainda enfrenta surto de dengue, crise humanitária na fronteira com o Peru e cheia de rios que atinge 10 das 22 cidades do estado.
Já no final desta semana, o governo anunciou a reforma de mais um espaço para ampliar as vagas de enfermarias. E deve abrir pelo menos mais 20 leitos no antigo prédio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), em Rio Branco. O prédio fica ao lado do Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e vai funcionar como anexo.
Com a situação de superlotação, no início da semana, o Acre registrou 56.731 casos de Covid-19, até a sexta (26), segundo o boletim da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) desta sexta-feira (26). O total de mortes foi é de 986.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.