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Ibaneis Rocha, governador do DF: ‘Quero distância…

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Laryssa Borges

Adversário político do presidente Lula, que o acusou de complacência com os atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), pretende se reunir no próximo mês com o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, para retomar as negociações em torno da composição de uma chapa conservadora com o objetivo de ganhar o Executivo distrital e as duas vagas ao Senado disponíveis nas eleições de 2026. O encontro é mais um passo para que se tente chegar à formação de uma aliança que tenha a atual vice-governadora Celina Leão (PP) como candidata ao Palácio do Buriti e um nome do Republicanos como vice, além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e do próprio Ibaneis como os indicados para disputar o Senado.

O arco conservador leva em conta o fato de o DF ter dado vitória a Jair Bolsonaro no primeiro e no segundo turnos em 2022 e de a atual senadora e ex-ministra bolsonarista Damares Alves (Republicanos), escolhida com facilidade para o primeiro mandato eletivo com quase 45% dos votos válidos, estar sendo moldada para atuar como cabo eleitoral de luxo e, em eleições futuras, poder se apresentar como eventual cabeça de chapa. Ibaneis Rocha já conversou com o mandachuva do PL, Valdemar Costa Neto, e com o próprio Marcos Pereira sobre uma possível parceria que, em Brasília, abarcaria ao menos MDB-PP-PL-Republicanos.

“A direita teve 70% dos votos nas últimas eleições no DF. O grande trabalho é essa montagem para estar todo mundo junto [nas eleições de 2026]. Acho que não vai ter muita dificuldade até porque são muitas vagas: duas ao Senado, mais duas suplências, além do governo do Distrito Federal e da vice”, disse o governador.

Rotulado como bolsonarista por Lula, Ibaneis, de férias, não compareceu aos atos que marcaram os dois anos do 8 de janeiro na última quarta-feira no Palácio do Planalto. Sua vice, Celina Leão, alegou não ter sido convidada. A VEJA, o emedebista diz não ter proximidade com o ex-presidente e é enfático sobre o atual mandatário: “quero distância do Lula”. “Eu não tenho o telefone do Bolsonaro, eu nunca sentei com ele para jantar, almoçar, conversar sobre política. Só que eu não caminho com a esquerda. Portanto, entre o Lula e o Bolsonaro, eu fui Bolsonaro. Se aparecer um candidato de centro que tenha uma visão progressista, vou avaliar”, diz.

Em entrevista às Páginas Amarelas da edição que chega neste fim de semana às bancas e plataformas digitais, Ibaneis Rocha afirma que, na corrida presidencial, o nome ideal para reunir a centro-direita, o espólio de Bolsonaro e eleitores que não pretendam votar no PT seria o do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos).



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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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