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Idosa é assaltada em local onde Nunes prometeu segurança – 13/03/2025 – Ciclocosmo

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Idosa é assaltada em local onde Nunes prometeu segurança - 13/03/2025 - Ciclocosmo

“Prefeito Ricardo Nunes, a segurança não está legal”, disse a esteticista Miriam de Comi, 62, minutos após ser assaltada sobre a ciclopassarela Erika Sallum, na zona oeste da cidade de São Paulo.

Miriam foi agredida por dois ladrões e teve sua bicicleta roubada quando voltava do trabalho para casa, na tarde do dia 5 de março. Passada uma semana, Miriam está traumatizada e insegura, sem saber se voltará a pedalar sozinha na cidade.

“A gente sai para trabalhar todo dia às 6h da manhã, escolhe a bicicleta, um modal limpo e sustentável, que ajuda o planeta, mas está muito perigoso pedalar em São Paulo, especialmente na ciclopassarela. É deserta, sem policiamento e sem câmeras. Um prato cheio para os ladrões. A gente sente muito medo”, disse a esteticista.

A ciclopassarela Erika Sallum foi inaugurada no fim de janeiro pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), 30 anos depois da homologação de seu projeto original. A estrutura conecta os bairros Pinheiros e Butantã e serve de acesso à ciclovia da Marginal Pinheiros, uma das mais movimentadas da cidade.

Durante a cerimônia, ocorrida em meio a uma onda de assaltos nas ciclovias da região, Nunes prometeu a instalação de câmeras do programa Smart Sampa na ciclopassarela e na ciclovia do rio Pinheiros.

Desde então, além do assalto sofrido por Miriam, outros casos de agressão e roubo a ciclistas foram registrados no entorno.

O mais grave aconteceu em 13 de fevereiro, com o instrutor de ciclismo Vitor Medrado, morto a tiros na calçada do Parque do Povo, um dos acessos à ciclovia do rio Pinheiros. Os criminosos continuam foragidos.

Por nota, a SMSU (Secretaria Municipal de Segurança Urbana) disse que a ciclopassarela Erika Sallum já conta com câmeras do Smart Sampa. “Além disso, está prevista a instalação de novos equipamentos de videomonitoramento nos acessos e áreas adjacentes. Paralelamente, a GCM intensificou o patrulhamento na região para coibir crimes de oportunidade.”

Segundo um funcionário da prefeitura, o assalto sofrido por Miriam não foi captado pelas câmeras do Smart Sampa porquê a esteticista foi roubada no meio da passarela, onde as câmeras não enxergam.

Questionada, a prefeitura disse não divulgar o posicionamento dos equipamentos “por questões de segurança e para evitar vandalismo.”

No sábado (8), uma manifestação por mais segurança foi organizada após o assalto sofrido por Miriam. O grupo saiu pedalando da Praça do Ciclista, na avenida Paulista, e foi até a ciclopassarela Erika Sallum.

No local os ciclistas apontaram a falta de câmeras. “Estamos sobre a passarela onde roubaram a bicicleta da Vó de Bike [Miriam de Comi]. A passarela não conta com nenhuma câmera nem guarita de segurança”, disse indignado um dos manifestantes.

A bicicleta de Miriam foi recuperada no dia seguinte ao assalto, durante uma abordagem de rotina feita pela Polícia Militar. “As ações de policiamento na região têm sido intensificadas, o que resultou na prisão de um homem e apreensão de um adolescente envolvidos na ocorrência citada”, disse a nota do Governo do Estado de São Paulo.

O programa Smart Sampa existe há pouco mais de um ano. Atualmente são cerca de 23 mil câmeras que já ajudaram a capturar 824 foragidos e localizar 48 pessoas desaparecidas, disse a Prefeitura de São Paulo.

“É importante ter mais câmera e mais policiamento”, disse Miriam. “Não é possível a gente sair para trabalhar e voltar nesse estado, sem a bicicleta e machucada”.


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Leia Mais: Folha

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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