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Incêndio atinge comércios na rua de mercado em Rio Branco e bombeiros suspeitam de curto-circuito

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Chamas iniciaram em uma lanchonete e atingiram outros dois estabelecimentos na rua do Mercado do Bosque. Ninguém se feriu.

Capa: Incêndio destrói comércios na rua de mercado em Rio Branco e bombeiros suspeitam de curto-circuito — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre.

Um incêndio destruiu três comércios, na madrugada desta sexta-feira (1), em frente ao novo prédio do Pronto-Socorro de Rio Branco, na Rua Coronel Alexandrino, próximo ao Mercado do Bosque.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 4h30. Segundo o major Cláudio Falcão, a suspeita é que o fogo tenha começado na fiação elétrica da lanchonete após um curto-circuito. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

As chamas iniciaram na lanchonete e, rapidamente, atingiram outros dois estabelecimentos comerciais que ficavam ao lado, entre eles outra lanchonete e um ateliê de costura.

“O local exato dentro dessa lanchonete onde o fogo teria iniciado, não foi possível detectar. A gente conversou com o proprietário e esses comércios estavam fechados por conta do decreto governamental. Como não estava em funcionamento, suspeitamos que possa ter ocorrido por conta da fiação elétrica”, disse o major.

Três comércios foram atingidos pelo fogo, de acordo com o Corpo de Bombeiros — Foto: Divulgação/Corpo de Bobeiros do AC

Três comércios foram atingidos pelo fogo, de acordo com o Corpo de Bombeiros — Foto: Divulgação/Corpo de Bobeiros do AC.

A proprietária do ateliê, Vanderleia Silva Freitas, disse que o prejuízo só não foi maior porque dias antes ela e as três funcionárias tiraram parte dos equipamentos para trabalhar de casa por conta do decreto que suspende as atividades não essenciais para conter o novo coronavírus.

“É complicado. Trabalhavam três pessoas comigo e elas tinham levado as máquinas para casa para não roubarem, porque há uns meses entraram aqui e roubaram as coisas. Daí, ficaram só duas máquinas aqui. Estávamos reformando e iríamos voltar aos poucos para trabalhar, agora não tem condições porque o fogo queimou tudo”, lamentou a empresária.

O dono da lanchonete onde as chamas iniciaram, Francisco da Silva Lima, contou que trabalha no local há três anos e que recentemente o ponto tinha passado por reforma. No comércio trabalham oito pessoas e Lima disse que não tem ideia ainda do valor do prejuízo causado pelo incêndio.

“É difícil demais, a gente tem uma luta de muito tempo e sempre esperamos ter lucros, não prejuízos. Mas, a bola tem que rolar, vamos para frente e tenho certeza que Deus é conosco e vamos superar. Possivelmente, foi um curto-circuito mesmo. Só agora vi três freezers queimados, geladeira, fritadeira, e muitas coisas que ainda nem vi. O prejuízo é incalculável”, disse Lima.

O trabalho de contenção do incêndio foi realizado por 12 militares e levou cerca de uma hora. Ainda de acordo com Falcão, foram usados mais de 10 mil litros de água.

“Confinamos o incêndio nesses três locais, porque ele tinha grande risco de se propagar mais. São vários comércios colados um no outro, em madeira, pequenos e antigos. Além de terem grande carga de incêndio no interior, porque acumulam muita coisa”, concluiu.

Curto-circuito é a principal suspeita de como o incêndio teria começado — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre

Curto-circuito é a principal suspeita de como o incêndio teria começado — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre.

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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre

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O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.

O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.

A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.

Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.

Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.



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