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Lesões no joelho melhoram com uso de cartilagem do nariz, descobrem cientistas
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2 anos atrásem
Uma nova esperança para quem sofre com lesões no joelho acaba de ser revelada por cientistas suíços: a cartilagem do nariz pode ajudar a reverter o quadro. Olha isso!
O estudo, divulgado pela Universidade de Basel junto com o Hospital Universitário de Basel, mostrou que retirar a cartilagem do septo nasal e implantar no joelho, garante uma recuperação eficaz e duradoura.
Os pesquisadores testaram a técnica em 98 pacientes e perceberam que aqueles que receberam enxertos mais maduros apresentaram melhores resultados ao longo dos anos. O estudo foi publicado este mês na Science Translational Medicine.
Pedaço pequeno da cartilagem
O processo começa com a retirada de uma pequena amostra de cartilagem do septo nasal do paciente.
Em laboratório, essas células são cultivadas sobre uma estrutura de fibras macias e se multiplicam formando um novo tecido. Depois, esse enxerto é moldado e implantado na área lesionada do joelho.
As células do septo nasal possuem características únicas que favorecem a regeneração da cartilagem e podem combater a inflamação nas articulações.
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Resultados impressionam
O estudo comparou dois grupos de pacientes.
O primeiro recebeu implantes que amadureceram por apenas dois dias, enquanto o outro esperou duas semanas antes dos procedimentos.
Aqueles mais maduros, tiveram uma recuperação mais estável e contínua ao longo de dois anos.
Além disso, exames de ressonância magnética indicaram que a qualidade do tecido regenerado foi superior quando o tempo de maturação foi maior.
Osteoartrite
Agora, os cientistas querem expandir os testes para o tratamento da osteoartrite, uma condição que causa degeneração da cartilagem.
Se os resultados continuarem positivos, essa abordagem pode revolucionar a ortopedia e dar uma nova chance a milhares de pessoas que sofrem com problemas articulares.
Vai ciência!
A técnica foi usada em 98 pacientes e todos tiveram um quadro positivo. – Foto: University of Basel Hospital
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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