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Líder da oposição venezuelana é preso um dia antes da posse de Maduro | Notícias de Nicolás Maduro
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1 ano atrásem
Líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado foi preso depois de reaparecer em público pela primeira vez em meses, um dia antes da terceira inauguração do Presidente Nicolás Maduro.
Uma conta de mídia social do Comando Con Venezuela, grupo de oposição política liderado por Machado, relatou a prisão na quinta-feira.
“María Corina Machado foi violentamente interceptada quando saía do encontro em Chacao”, escreveu o grupo de oposição, acrescentando que as forças governamentais “dispararam” contra as motocicletas que a transportavam.
Desde então, anunciou a libertação de Machado, rejeitando relatos de que a breve detenção era falsa.
O governo de Maduro rapidamente denunciou o incidente como uma tentativa de prejudicar a reputação do governo.
“A tática de distração da mídia não é nova, então ninguém deveria se surpreender. Menos vindo de fascistas que são os arquitetos do engano”, disse o ministro da Informação, Freddy Nanez, na plataforma de mídia social Telegram, depois que surgiram os relatos da prisão de Machado.
⚠️⚠️⚠️ Maria Corina (@MariaCorinaYA) foi interceptada com violência ao sair da concentração em Chacao.
Esperamos confirmar sua situação em minutos.
Tropas do regime atiraram contra as motocicletas que a transportavam.
— Comando ConVzla (@ConVzlaComando) 9 de janeiro de 2025
Machado tem estado escondido nos últimos meses, na sequência da repressão do governo à dissidência na sequência das contestadas eleições presidenciais de 28 de Julho.
Mas ela fez uma aparição pública na quinta-feira, depois de convocar seus apoiadores a protestarem, numa última tentativa de impedir que o presidente Maduro, da Venezuela, se apegue ao poder. Ele deve tomar posse para outro mandato de seis anos na sexta-feira.
“Eles queriam que lutássemos uns contra os outros, mas a Venezuela está unida”, gritou Machado, agitando uma bandeira venezuelana, para algumas centenas de manifestantes em cima de um caminhão antes de sua prisão.
Os manifestantes presentes no comício gritavam: “Não temos medo! Não temos medo!” Muitos também cantaram o hino nacional venezuelano como sinal de desafio ao governo de Maduro.
Ondas de protestos antigovernamentais eclodiram após as eleições de 28 de julho, quando a autoridade eleitoral declarou Maduro o vencedor sem divulgar a habitual repartição das contagens de votos.
A oposição classificou o resultado como fraudulento e, em vez disso, publicou online as suas próprias cópias dos resultados das votações. Diz que a documentação comprova o seu candidato, Edmundo Gonzálezé o vencedor legítimo.
O governo Maduro respondeu aos protestos com o que os críticos denunciaram como uma repressão violenta. Mais de 2.000 pessoas foram presas e cerca de 25 pessoas foram mortas na repressão pós-eleitoral.
Maduro também acusou Machado de liderar uma conspiração para derrubá-lo. Em setembro, um tribunal também emitiu um mandado de prisão contra Gonzalez.
‘Há medo’
Reportando sobre um protesto anti-Maduro na vizinha Colômbia na tarde de quinta-feira, Alessandro Rampietti, da Al Jazeera, disse que Machado desafiou ameaças anteriores e tentativas de detê-la.
“O governo prometeu repetidamente que a prenderiam se ela tentasse comparecer a um desses protestos”, disse Rampietti. Ele acrescentou que Machado estava escondido desde agosto, depois que o governo Maduro começou a reprimir figuras da oposição e manifestantes.
“Ela disse que esperava que o protesto de hoje fosse histórico e uma forma de mostrar ao mundo que a maioria dos venezuelanos quer uma transição democrática no país”, relatou Rampietti.
Mas houve uma participação relativamente pequena nos protestos de quinta-feira, quando a polícia de choque foi mobilizada em força.
“É claro que há menos pessoas”, disse Miguel Contrera, um vendedor de empanadas, à Associated Press, enquanto soldados da Guarda Nacional carregando escudos antimotim passavam em motocicletas. “Há medo.”
O próprio González fugiu para Espanha em Setembro em busca de asilo político. Mas desde então regressou às Américas, onde tem viajado por países como a Argentina, o Uruguai e os Estados Unidos para reforçar a sua reivindicação de vitória.
Ele também prometeu retornar à Venezuela. O governo de Maduro anunciado uma recompensa de US$ 100.000 por informações sobre o paradeiro de Gonzalez antes da inauguração.
Na quinta-feira, Gonzalez emprestou sua voz aos apelos pela liberdade de Machado.
“Como presidente eleito, exijo a libertação imediata de María Corina Machado”, disse ele escreveu nas redes sociais. “Às forças de segurança que a sequestraram, eu digo: não brinquem com fogo”.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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