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Lula ignora projeto de lei que concedeu título a c…

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Pedro Pupulim

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O Diário Oficial da União promulgou, nesta quarta-feira, a lei que torna a cidade gaúcha de Vacaria a Capital Nacional dos Rodeios Crioulos. No entanto, a norma, que teve origem em um PL do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), foi ignorada pelo presidente Lula no ato da sanção.

Com relatoria do deputado Covatti Filho (PP-RS) na Câmara, e parecer favorável do ex-senador Lasier Martins no Senado, o texto foi encaminhado pelo Congresso para a sanção presidencial ainda em outubro.

Contudo, houve perda de prazo porque o presidente Lula, ao que tudo indica, se recusou a assinar a lei, que foi promulgada nesta quarta em ato atípico realizado pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Heinze reclamou e disse que o PT esquece as obrigações de Estado.

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“O governo Lula tem adotado uma postura partidária abusiva, e o Rio Grande do Sul tem sentido isso de forma direta. Divergências políticas não podem ser maiores que as funções públicas. A situação dos produtores não foi resolvida, muita coisa é anunciada, mas nada é efetivado. É preciso governar para todos”, afirmou.

A nova reconhece o rodeio de Vacaria, que começou em 1958 e já conta com 35 edições realizadas. A última edição atraiu 500.000 visitantes e movimentou mais de 8 milhões de reais. Os eventos incluem provas campeiras, como tiro de laço, poesias, gineteadas e danças tradicionais.



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

Frase do dia: Ciro Gomes | VEJA

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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