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mais de 100 mil pessoas deslocadas em uma semana, segundo a ONU
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Combates recentes em partes do leste República Democrática do Congo (RDC) deslocou mais de 100.000 pessoas na semana passada, estimou o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) na terça-feira, 7 de janeiro. “Entre 1é e em 3 de janeiro de 2025, intensos confrontos entre o exército congolês e um grupo armado não estatal no centro de Masisi, província de Kivu do Norte, deslocaram cerca de 102 mil pessoas, segundo relatórios locais »indicou o OCHA.
O Movimento 23 de Março (M23), um grupo armado apoiado pelo Ruanda, que continua a ganhar terreno, assumiu no sábado o controlo de Masisi, uma localidade chave no leste da RDC. Esta cidade, que tem uma população de 40.000 habitantes, está localizada a cerca de 80 quilómetros a norte de Goma, a capital da província do Kivu do Norte.
Foi observada relativa calma nesta localidade no domingo, levando algumas famílias deslocadas a começarem a regressar, informou o OCHA. “Atores humanitários alertam que o afluxo de pessoas deslocadas pode piorar a terrível situação em Masisi, com mais de 600 mil deslocados até 30 de novembro de 2024”acrescentou.
Trinta anos de conflito
Entre sexta e segunda-feira, equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) e do Ministério da Saúde trataram 75 feridos no hospital Masisi e no centro de saúde de Nyabiondo, anunciou Stéphane Goetghebuer, chefe de missão de MSF, na terça-feira. “Além destes cuidados, estas duas estruturas de saúde acolheram durante alguns dias centenas de civis que aí vieram refugiar-se para beneficiarem de proteção reforçada”ele enfatizou.
Desde Novembro de 2021, os rebeldes do M23 tomaram grandes extensões de território no leste da RDC, rico em recursos naturais e devastado por conflitos durante trinta anos.
Em Dezembro de 2024, os presidentes congoleses, Félix Tshisekedi, e os presidentes ruandeses, Paul Kagame, reunir-se-iam para uma cimeira organizada em Luanda pelo chefe de Estado angolano, João Lourenço, designado mediador da União Africana (UA) no conflito entre Kigali e Kinshasa. Um acordo “pela restauração da paz e da estabilidade no leste da RDC” deveria ser colocado sobre a mesa, mas os dois lados não conseguiram chegar a acordo sobre os termos, levando ao cancelamento de última hora da cimeira.
O mundo com AFP
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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4 horas atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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