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Mais de 20 armas e 5 mil munições são furtadas de centro de formação de vigilantes, em Rio Branco

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Uma empresa privada de vigilância teve armas e munições furtada na madrugada desta terça-feira (29), em Rio Branco. Segundo informações, bandidos teriam entrado no local e levado em torno de 25 armas de fogo e mais de 5 mil cartuchos de treino.

Entre os objetos estariam 20 revólveres 38, 3 pistolas 380, 2 espingardas calibre 12 e cerca de 5.000 munições de treino. As imagens das câmeras de segurança da empresa não foram divulgadas.

O advogado de uma empresa de vigilância teria feito o alerta repassando a informação para diversos grupos dos profissionais da área de segurança da cidade e do estado.

Na mensagem, pede para que todos os vigilantes tenham atenção durante e fora do serviço, já que não se sabe onde as armas furtadas serão utilizadas.

Procurada, uma funcionária da empresa se limitou a dizer que não tinha autorização para dar detalhes do ocorrido mas que “tudo já foi resolvido”.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), informou por meio de nota que está ciente sobre o crime de furto e diante da necessidade de uma resposta rápida e emergente, desde a notificação do crime, foram iniciadas diligências para a prisão dos criminosos envolvidos.

A perícia foi realizada com a garantia da coleta de informações no período ainda da manhã, suspeitos já foram identificados e mandados judiciais expedidos para o devido cumprimento. Equipes estão em campo e acredita-se que haverá resultados na aproxima horas.

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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