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Mandioca nativa americana listada como patrimônio mundial da UNESCO, uma garantia de um “belo futuro” para as comunidades rurais no Caribe

CARTA DO CARIBE

Preparação da farinha de mandioca necessária para a mandioca, na reserva de desenvolvimento sustentável Amana, no estado do Amazonas (Brasil), 26 de abril de 2019.

Em diversas ilhas e países ao redor do Mar do Caribe, o anúncio despertou o mesmo entusiasmo: no dia 4 de dezembro, a mandioca, uma humilde panqueca de mandioca de origem nativa americana conhecida em toda a região, foi incluída na lista de patrimônio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Organização Cultural (UNESCO). Cinco países da bacia do Caribe apresentaram, em 2022, um pedido conjunto de reconhecimento pela UNESCO de “conhecimento e (do) práticas tradicionais ligadas ao fabrico e consumo da mandioca » : Cuba, República Dominicana, Haiti, Venezuela e Honduras.

Nestes países, “a mandioca é uma parte essencial da dieta diária e fornece uma ligação com a herança indígena e africana das comunidades”, escreve a instituição da ONU no breve comunicado de imprensa que anuncia a sua decisão. Cet food ancestral “promove a tolerância e a unidade, cada comunidade valorizando a sua própria produção de mandioca e reconhecendo as práticas de outras comunidades e grupos”acrescenta a Unesco.

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