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Marler deixou o acampamento da Inglaterra por motivos pessoais antes de postar críticas a haka | União de rugby

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Exclusive by Gerard Meagher

Joe Marler deixou a seleção da Inglaterra se preparando para a abertura das cortinas internacionais de outono no sábado, contra a Nova Zelândia, por motivos pessoais, apurou o Guardian.

O jogador de 34 anos juntou-se ao resto da equipa na base inglesa de Bagshot no domingo, mas sabe-se que Marler informou Steve Borthwick da sua decisão e deixou o campo no início da semana.

Marler optou por sair antes que Borthwick revelasse seu time para enfrentar os All Blacks, com Ellis Genge nomeado para começar como titular no sábado e o jovem dos Harlequins, Fin Baxter, no banco.

Nesta fase, não está claro se Marler, que atualmente soma 95 internacionalizações, retornará à seleção no domingo, quando a Inglaterra se reunirá em Bagshot após a partida dos All Blacks, ou se desempenhará algum papel no resto da campanha de outono da Inglaterra com a Austrália, Sul África e Japão também estarão em Twickenham.

Na terça-feira, já tendo saído do acampamento, e quatro dias antes da Inglaterra enfrentar os All Blacks, Marler escreveu nas redes sociais que “o haka é ridículo, precisa ser descartado”. Em outra postagem, ele acrescentou: “Só é bom quando as equipes realmente enfrentam algum tipo de resposta. Como os meninos da liga (de rugby) fizeram na semana passada.”

Desde então, Marler desativou sua conta X.

O jogador apareceu pela última vez pela Inglaterra na turnê de verão pelo Japão e Nova Zelândia, mas quebrou o pé no início do primeiro teste contra os All Blacks. Ele lutou para voltar à forma e fez sua primeira aparição na temporada fora do banco contra o Saracens no início deste mês, enquanto participava do campo de treinamento de clima quente da semana passada em Girona.

Ele falou abertamente no passado sobre suas dificuldades em passar longos períodos no acampamento, longe de sua família. Ele desistiu de uma viagem à Austrália em 2016 e se aposentou oficialmente das missões internacionais em 2018, antes de reverter a decisão de aparecer na Copa do Mundo de 2019.

Marler foi convencido por Borthwick a se colocar à disposição para a Copa do Mundo do ano passado, não tendo jogado pela Inglaterra desde as Seis Nações de 2022, mas ao discutir sua decisão de retornar à seleção internacional, ficou claro que ele precisou de algum convencimento.

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Genge perdeu a turnê de verão pelo Japão e Nova Zelândia devido a uma lesão na panturrilha, mas impressionou pelo Bristol nesta temporada, enquanto Baxter continuou sua trajetória ascendente e no início desta temporada citou a orientação de Marler como uma parte fundamental em seu desenvolvimento.

Questionado sobre suas opções de folga esta semana, Borthwick disse: “É outra posição onde temos muita qualidade. Estou muito feliz que Ellis esteja de volta. Ele é um jogador de classe mundial e está em excelentes condições. Ele queria estar no Japão e na Nova Zelândia durante o verão, foi uma pausa forçada e ele aproveitou muito bem. Fin Baxter, sua aparição na temporada passada e na arena de testes no verão, e observar o que ele fez pelo clube nesta temporada – acho que você concordaria que ele está jogando muito bem. Estou ansioso para ver esses dois caras partirem neste fim de semana.”



Leia Mais: The Guardian

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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