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Menina com doença rara na perna, que sonha em ser bailarina, precisa de cirurgia urgente; ajude na vaquinha

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Os alunos de um colégio em Curitiba (PR) rasparam a cabeça em apoio à professora com câncer de mama.- Foto: @colegioadventistadoboqueirao/Instagram

Aos nove anos, o sonho da pequena Sophia é ser bailarina, mas a menina tem uma doença rara na perna e precisa de uma cirurgia urgente para ter uma infância com mais liberdade e menos dor. A doença genética rara afeta a perna direita dela, que nasceu tortinha.

Mas os avós, que cuidam de Sophia, não têm dinheiro para a cirurgia, que custa mais de R$ 130 mil, incluindo internação, prótese, fisioterapia e despesas médicas. A família, que enfrenta dificuldades financeiras, faz rifas para arrecadar o dinheiro e agora ganhou uma vaquinha.

“Estamos pedindo ajuda de todos que puderem contribuir, de qualquer forma. Cada valor faz diferença”, disseram os avós Gilson e Maria Cleide, em entrevista ao Só Notícia Boa. Veja como ajudar abaixo.

Diagnóstico

Desde que nasceu, Sophia tem acompanhamento médico, mas só recentemente a família teve um diagnóstico mais preciso da condição rara que afeta a perna dela. Durante muito tempo, ela foi atendida por um hospital público em Rio Claro (SP), onde a família vive, mas a fila de espera para a cirurgia era longa.

“Disseram que levaria pelo menos mais um ano para dar seguimento nos processos”, contou a avó, Maria Cleide.

Com receio de perder tempo precioso para o desenvolvimento da neta, a família buscou ajuda na rede particular, onde descobriu a urgência da cirurgia e a necessidade de tratamentos adicionais. Mas tudo é muito caro para eles.

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Tratamento

Sophia usa uma órtese especial indicada pelo médico, mas isso não basta. Ela precisa fazer o procedimento cirúrgico.

Só a cirurgia vai corrigir a perna de Sophia e ajudar a menina a andar melhor, evitar dores e possíveis lesões no futuro.

A soma de todos os custos é de R$ 130.683,50, incluindo:

  • Hospital e internação
  • Cirurgia e prótese
  • Fisioterapia pós-operatória
  • Consultas médicas e acompanhamento

A vaquinha

Para conseguir pagar a órtese que Sophia já começou a usar, a família fez rifas nas redes sociais e pediu ajuda a instituições. Agora, abraçamos a causa da Sophia e queremos arrecadar o valor necessário para ela fazer logo o procedimento.

Vamos juntos dar à Sophia a chance de viver uma infância com mais saúde, alegria e liberdade. Seu gesto pode fazer toda a diferença.

Doe pela conta Pix e-mail

sophia@sovaquinhaboa.com.br

ou pelo site do Só Vaquinha Boa, clicando aqui.

Veja o pedido dela:



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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