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Novo Teste do Pezinho brasileiro é o primeiro a detectar 60 doenças

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Os cachorros protegeram o menino Estevão, de 2 anos, numa área de mata em Humaitá, no Amazonas, até o resgate dos bombeiros. Ele ficou 24 horas desaparecido. - Foto: CBMAM

Em Minas Gerais, a chegada de bebês ao mundo se tornou ainda mais segura com o primeiro Teste do Pezinho com triagem para 60 doenças diferentes. Antes, o máximo detectado era de 23 doenças genéticas e metabólicas nos recém-nascidos.

A novidade já está sendo usada pelo Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad), da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no Programa de Triagem Neonatal.

O exame é feito com gotas de sangue coletadas do calcanhar do recém-nascido e, por meio dele, milhões de crianças mineiras vão poder receber diagnóstico precoce de doenças raras. Com o início do tratamento o quanto antes, elas vão ter menos sofrimento, mais saúde e uma infância com mais chances de desenvolvimento pleno.

Marco para o Brasil

A ampliação do Teste do Pezinho em Minas Gerais é um marco para o Brasil. O exame é realizado nos primeiros dias de vida do bebê e, com o avanço, o estado se torna pioneiro e referência para o país.

“Hoje, podemos afirmar que toda criança diagnosticada no teste já tem garantido o tratamento”, disse José Nelio Januário, professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina e diretor do Nupad.

“Essas são doenças de diagnóstico complexo, pois envolvem técnicas de genética. Apesar disso, o cronograma foi rigidamente cumprido. Todos os insumos e equipamentos são importados. Ao mesmo tempo, constituímos uma rede assistencial”, continuou.

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Diagnóstico rápido

O teste do pezinho identifica doenças raras de natureza metabólica, genética e infecciosa.

Ele começou a ser realizado no país com foco na triagem de fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito.

Em 1998, o teste passou a detectar a doença falciforme. Ao longo dos anos, foi incorporando outras condições.

Ao detectar precocemente doenças graves e silenciosas, o exame permite que o bebê receba os cuidados antes que as primeiras complicações apareçam.

Todo o estado

O teste do pezinho é realizado nas Unidades Básicas de Saúde dos 853 municípios de Minas Gerais.

Após a coleta, o material vai seguir para análise na UFMG e o resultado é consultado no site da instituição.

O exame é oferecido de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde.

Que seja espalhado logo para todo o Brasil, não é Ministério da Saúde?

Os resultados ficam disponíveis depois de uma análise na UFMG. - Foto: UFMG Os resultados ficam disponíveis depois de uma análise na UFMG. – Foto: UFMG



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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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