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O assassinato de Brian Thompson em Nova York revela as falhas da sociedade americana

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Jornalista em frente ao McDonald's onde Luigi Mangione, 26 anos, foi preso, em Altoona (Pensilvânia), em 9 de dezembro de 2024. Este último é acusado do assassinato de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, em Nova York, seis dias antes.

É um daqueles dramas policiais que fascina a América, mas cria um profundo desconforto. Suposto assassino de Brian Thompson, CEO da maior seguradora de saúde da América, UnitedHealthcare, presosegunda-feira, 10 de dezembro, em um McDonald’s na Pensilvânia, após seis dias fugindo. Este é filho de uma família rica de Delaware, formado por uma das prestigiadas universidades da Ivy League, Luigi Mangione, que parece ter se radicalizado nos últimos seis meses. Aos 26 anos, ele portava pistola, silenciador, documentos de identidade falsos e um manifesto de três páginas, assumindo a responsabilidade pelo seu ato: “Tinha que ser feito”. Acusado de assassinato, ele contesta sua extradição para Nova York. Só que os seus seis dias de fuga revelaram novas falhas numa sociedade americana atormentada pela violência física e verbal. Em todos os lugares, os diques explodiram.

Em primeiro lugar, um assassinato no coração de Manhattan, em frente a um dos maiores hotéis de Nova York, executado a sangue frio, a tal ponto que muitos inicialmente pensaram que era um assassino. A primeira vez desde um contrato celebrado entre traficantes de drogas em 2012.

Depois, a natureza do alvo: um CEO. Os líderes políticos já foram visados ​​– Donald Trump foi vítima de duas tentativas de assassinato durante a campanha –, estrelas, mas nunca os patrões das grandes empresas, que subitamente aumentaram drasticamente as medidas de proteção contra elas. Apenas um quarto dos chefes das 500 maiores empresas americanas garantiram segurança fora do horário de trabalho. A Meta é a empresa que mais gasta: 25 milhões de dólares (23,8 milhões de euros) por ano, principalmente para o fundador, Mark Zuckerberg.

O assassinato teria tido motivação política. Nas cápsulas encontradas no local havia três palavras gravadas pelo assassino: negar, defender, depor (ou seja, “recusar”, “defender”, arquivar”), palavras usadas pelas seguradoras para recusar solicitações anteriores de atendimento nos Estados Unidos. Cada ato não urgente deve ser autorizado e as seguradoras rejeitam cerca de 10% dos pedidos.

Criptomoeda e camisetas

Imediatamente, o caso decolou, despertando um fascínio mórbido: a web ficou do lado do assassino, dando origem a um ódio claramente subestimado contra as seguradoras, a tal ponto que a UnitedHealthcare teve que fechar a página de condolências de Brian Thompson, agredido por 77.000 sorrisos.

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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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