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ONU diz que uma criança foi morta por dia na guerra de Israel contra o Líbano no mês passado | Israel ataca o Líbano Notícias
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À medida que Israel expande a sua ofensiva e campanha de deslocamentos forçados, a UNICEF afirma que 10 crianças são feridas diariamente.
A agência das Nações Unidas para a infância diz que pelo menos uma criança por dia foi morto no Líbano durante o mês passado, à medida que Israel intensifica a sua campanha de bombardeamento.
“Desde 4 de Outubro deste ano, pelo menos uma criança foi morta e 10 ficaram feridas diariamente”, disse na quinta-feira a Directora Executiva da UNICEF, Catherine Russell, e acrescentou que “a guerra em curso no Líbano está a afectar a vida das crianças”.
A agência da ONU disse que “mais milhares de crianças que sobreviveram fisicamente ilesas aos muitos meses de bombardeios constantes estão agora profundamente angustiadas pela violência e pelo caos ao seu redor”.
De acordo com o Ministério da Saúde Pública libanês, 166 crianças foram mortas e pelo menos 1.168 feridas desde que o Hezbollah e Israel começaram a trocar tiros através da fronteira em Outubro de 2023. O conflito agravou-se desde Agosto.
O trauma é prevalente entre as crianças, que apresentam sinais de sofrimento emocional, comportamental e físico.
“As equipas da UNICEF encontraram crianças que são dominadas por um medo avassalador e uma ansiedade crescente, incluindo ansiedade de separação, medo de perda, retraimento, agressão e dificuldade de concentração”, disse Russell num comunicado.
“Muitos têm sono interrompido, assombrados por pesadelos, dores de cabeça e perda de apetite. Privadas da segurança, da estabilidade e do apoio que a escola proporciona, muitas destas crianças ficam sem os espaços de que necessitam para brincar, aprender e curar-se.”
“Mas a verdadeira cura só pode começar quando a violência acabar”, acrescentou ela.
Esperava-se que altos funcionários dos Estados Unidos, incluindo o enviado de paz do presidente Joe Biden para o Médio Oriente, Amos Hochstein, se reunissem com os seus homólogos israelitas na quinta-feira para discutir um possível acordo para acabar com o conflito no Líbano.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro interino libanês, Najib Mikati, expressou otimismo sobre um cessar-fogo “nas próximas horas ou dias” e o novo líder do Hezbollah, Naim Qassem, disse que o grupo aceitaria uma trégua. sob certas condições.
Deslocamento forçado
A conversa sobre uma possível trégua surgiu no momento em que os militares israelenses emitiram novas ordens deslocando pessoas de várias cidades libanesas.
Alertou os residentes para evacuarem mais áreas do sul do Líbano, incluindo o campo de refugiados palestinos de Rashidiyeh, perto da cidade portuária de Tiro.
Rashidiyeh é um dos vários campos que remontam a 1948, quando centenas de milhares de palestinos fugiram ou foram expulsos de suas casas antes da criação de Israel, um evento conhecido entre os palestinos como Nakba, ou “catástrofe”.
Os militares também emitiram uma ordem na quinta-feira, pelo segundo dia consecutivo, para que os residentes saíssem da cidade de Baalbek e arredores.
Baalbek, conhecida pelas ruínas de uma antiga cidade romana, classificada pela UNESCO, foi atacada na quarta-feira, horas depois de o exército israelense exigir que as pessoas deixassem a área.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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