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ONU para reduzir o tamanho da equipe internacional em Gaza devido a ataques israelenses | Gaza News

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ONU para reduzir o tamanho da equipe internacional em Gaza devido a ataques israelenses | Gaza News

O Secretário-Geral da ONU toma ‘difícil decisão’ de retirar 30 % dos funcionários estrangeiros de Gaza em meio a ataques israelenses.

As Nações Unidas anunciaram que reduzirá o tamanho de sua equipe internacional no terreno em Gaza depois de renovar ataques ao território palestino pelas forças israelenses mataram centenas de civis, incluindo o pessoal da ONU.

O porta -voz da ONU, Stephan Dujarric, disse em um coletivo de notícias na segunda -feira que aproximadamente 30 dos 100 funcionários internacionais da ONU deixariam Gaza nesta semana, admitindo que a retirada chega em um momento em que as necessidades humanitárias dispararam e “a preocupação com a proteção dos civis se intensifica”.

Dujarric disse que a “medida temporária” foi uma “decisão difícil” tomada pelo secretário-geral da ONU, Antonio Guterres por razões operacionais e de segurança.

O porta-voz da ONU também confirmou que um tanque israelense foi responsável pelo ataque a um composto da ONU em Deir el-Balah, Central Gaza, em 19 de março, que matou um membro da equipe da ONU búlgaro e deixou seis outros funcionários estrangeiros com ferimentos graves.

A declaração de Dujarric foi a primeira da ONU a implicar as forças israelenses no ataque ao local claramente marcado da ONU. Isso ocorre depois que os militares de Israel negaram repetidamente que foi responsável pela greve, que ocorreu um dia depois que Israel quebrou seu acordo de cessar -fogo com o Hamas após apenas dois meses de relativa paz.

Gabriel Elizondo, da Al Jazeera, reportando -se da sede da ONU em Nova York, disse que a redução da equipe se aplica a trabalhadores internacionais e que a ONU ainda tem milhares de pessoas mais palestinas em Gaza, centenas dos quais mortos desde o início da guerra de Israel no território.

“A ONU tem mais de 13.000 funcionários em Gaza, a grande maioria deles são palestinos que trabalham como médicos, enfermeiros, motoristas e realizam outros empregos humanitários muito importantes em Gaza”, disse Elizondo.

“Mais de 250 foram mortos nos últimos 15 meses, mas agora, o Secretário-Geral está dizendo que a situação é tão perigosa a da 100 equipe internacional de Gaza empregada pela ONU, ele reduzirá esse pessoal em cerca de um terço, ou cerca de 30 daqueles funcionários internacionais, que vão deixar o Gaza para sua própria segurança”, disse o Elizond.

Dujarric também disse que o secretário-geral Guterres exigiu “uma investigação completa, completa e independente” sobre o ataque do tanque ao composto da ONU em 19 de março.

Israel alegou que atingiu um local do Hamas, onde estavam sendo feitos os preparativos para disparar no território israelense.

Quando perguntado se a ONU acreditava que o ataque de tanque israelense foi um ataque deliberado às instalações da ONU, que as forças israelenses sabiam a localização exata de Dujarric disse: “Acho que essa é uma das razões pelas quais precisamos ter uma investigação bastante clara e transparente”.

Na segunda -feira, o exército israelense admitiu ter disparado em um prédio pertencente à Cruz Vermelha em Rafah, ao sul de Gaza, culpando o ataque ao edifício da organização humanitária claramente marcada como um caso de identidade equivocada.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) disse que seu escritório em Rafah foi danificado por um projétil explosivo, embora nenhum funcionário tenha sido ferido. O dano teve um impacto direto na capacidade de operar do CICV, disse a organização, sem especificar quem estava por trás da explosão.

Desde 7 de outubro de 2023, a guerra de Israel contra Gaza matou mais do que 50.000 palestinos e feriu cerca de 113.200 mais no território, disseram autoridades de saúde.



Leia Mais: Aljazeera

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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A PROGRAD — Universidade Federal do Acre

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A Pró‑Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Acre (Ufac) é o órgão responsável pelo planejamento, coordenação e supervisão das atividades acadêmicas relacionadas ao ensino de graduação. Sua atuação está centrada em fortalecer a formação universitária, promovendo políticas e diretrizes que assegurem a qualidade, a integração pedagógica e o desenvolvimento dos cursos de bacharelado, licenciatura e demais formações presenciais e a distância. A Prograd articula ações com as unidades acadêmicas, órgãos colegiados e a comunidade universitária, garantindo que os currículos e práticas pedagógicas estejam alinhados aos objetivos institucionais.

Entre as principais atribuições da Prograd estão a coordenação da política de ensino, a supervisão de programas de bolsas voltadas à graduação, a análise e encaminhamento de propostas normativas e a participação em iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior.

A Prograd é organizada em três diretorias, cada uma com funções específicas e complementares:

Diretoria de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino — responsável por ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento de metodologias, à regulação e ao apoio pedagógico dos cursos de graduação.

Diretoria de Apoio à Formação Acadêmica — dedicada a acompanhar e apoiar as atividades acadêmicas dos estudantes, incluindo estágios, mobilidade estudantil e acompanhamento da formação acadêmica.

Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais — voltada à gestão de programas especiais, políticas de interiorização e ações que ampliam o acesso e a permanência dos alunos em diferentes regiões.

A Prograd participa, ainda, de iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior, integrando docentes, estudantes e gestores em fóruns, encontros e ações que visam à atualização contínua dos processos formativos e ao atendimento das demandas sociais contemporâneas.

Com compromisso institucional, a Pró‑Reitoria de Graduação contribui para que a UFAC cumpra seu papel educativo, formando profissionais críticos e comprometidos com as realidades local e regional, garantindo um ambiente acadêmico de excelência e responsabilidade social.

Ednacelí Abreu Damasceno
Pró-Reitora de Graduação



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