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AMAZÔNIA

Operação da PF contra crimes ambientais em terras da União cumpre 13 medidas judiciais no interior do AC

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Operação ‘Terra Solta’ foi deflagrada nesta terça-feira (7) para apurar crimes como invasão, loteamento e comércio de área na reserva Polo Antônio de Holanda, no Bujari.

Capa: Operação da PF contra crimes ambientais em terras da União cumpre 13 medidas judiciais no interior do AC — Foto: Arquivo/PF-AC.

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7), a operação Terra Solta, que investiga diversos crimes ambientais envolvendo assentados e não assentados da reserva legal Polo Antônio de Holanda, na cidade de Bujari, no interior do Acre. A ação contou com apoio do Incra, Ibama e Polícia Civil.

São cumpridos nove mandados de busca e apreensão, três medidas cautelares de proibição de acesso e frequência à área de reserva legal e um mandado judicial de suspensão de atividades de pessoa jurídica. A investigação começou após denúncias do Incra-AC que apontaram indícios de invasão, loteamento e comércio de área no interior da reserva legal.

Conforme a PF-AC, os danos ambientais foram estimados pela perícia em mais de R$ 8 milhões e devem ser objeto de ressarcimento.

Em razão dos fatos apurados, os investigados devem responder pelos crimes de organização criminosa, invasão de terras públicas da União, desmatamento e falsidade ideológica, entre outros delitos, cujas penas somadas podem ultrapassar os 20 anos de prisão.

Operação ‘Terra Solta’ foi deflagrada nesta terça-feira (7) no Bujari, interior do Acre — Foto: Arquivo/PF-AC

Operação ‘Terra Solta’ foi deflagrada nesta terça-feira (7) no Bujari, interior do Acre — Foto: Arquivo/PF-AC

Semana de combate a crimes ambientais

A operação Terra Solta deu início à semana de combate a crimes ambientais no Acre e está vinculada ao Projeto Paz na Floresta, instituído no âmbito da Superintendência Regional da PF-AC. O objetivo da ação é a repressão e a investigação de invasões e desmatamento de áreas ambientais tuteladas pela União.

ACRE

Deslizamentos de terra, filas para conseguir alimento e moradores sem casa: como está a situação no AC após cheia histórica

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Capital estima prejuízo de R$ 200 milhões e recuperação pode levar até um ano. Em Brasiléia e Rio Branco, mais de 200 pessoas não têm mais casa para voltar.

Deslizamentos de terra, casas arrastadas pelo Rio Acre, famílias desabrigadas e filas quilométricas para conseguir uma cesta básica. Estas são algumas das dificuldades vivenciadas pelos atingidos pela cheia do Rio Acre que buscam recomeçar após a baixa das águas.

Há mais de 10 dias, o manancial atingia uma marca histórica que impactou a vida de mais de 70 mil rio-branquenses. Os efeitos dessa enchente, no entanto, continuam a afetar a população.

👉 Contexto: o Rio Acre ficou mais de uma semana acima dos 17 metros e alcançou o maior nível do ano, de 17,89 metros, no dia 6 de março, há mais uma semana. Essa foi a segunda maior cheia da história, desde que a medição começou a ser feita, em 1971. A maior cota histórica já registrada é de 18,40 metros, em 2015.

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ACRE

Acre tem mais de 120 vagas de emprego nesta segunda-feira; confira as oportunidades

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O Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) divulga 123 vagas de emprego para diversas áreas nesta segunda-feira (18) em Rio Branco.

Para se candidatar às vagas, que podem ser rotativas, os candidatos devem ter um cadastro no Sine. Para fazer, é preciso levar Carteira de Trabalho, comprovante de endereço e escolaridade, RG/CPF e título de eleitor para realizar o cadastro.



O atendimento ocorre por telefone, onde o Sine fornece mais informações sobre as oportunidades divulgadas. Para conferir se as vagas ainda estão disponíveis, basta entrar em contato através dos telefones 0800 647 8182 ou (68) 3224-5094.

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ACRE

Cerca de 100 famílias que perderam suas casas após cheia do Rio Acre já podem buscar aluguel social

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Pelo menos 100 famílias que estão abrigadas no Parque de Exposições Wildy Viana, em Rio Branco, por não ter para onde ir após a cheia do Rio Acre, já estão autorizadas a procurar casas para alugar e serem contempladas com o aluguel social. O subsídio será liberado pela Defesa Civil Municipal para pessoas que tiveram suas casas destruídas ou condenadas pela enchente.

👉 Contexto: O Rio Acre ultrapassou a cota de transbordo, que é 14 metros, dia 23 de fevereiro. Já no dia 29 do mesmo mês, seis dias depois, o manancial atingiu a marca de 17 metros e permaneceu acima da marcação até o dia 8 de março, quando baixou para 16,59 metros.



No dia 6 de março, o manancial alcançou a maior cota do ano – 17,89 metros. A cheia deste ano foi a segunda maior da história desde que a medição começou a ser feita em 1971. A maior cota já registrada é de 18,40 metros em 2015. À época, mais de 100 mil pessoas foram atingidas pela cheia.

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