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Rio Branco

Oportunidade: Detran leiloa mais de 400 veículos em Rio Branco; dias 22 e 23

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira, 9, o edital de leilão 017/2018 do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC). O documento lista mais de 400 veículos que devem ir a leilão nos próximos dias 22 e 23, em Rio Branco.

Os veículos que serão leiloados foram recolhidos em operações de fiscalização e os proprietários não os resgataram, por isso, de acordo com a legislação, podem ir a leilão.

A lista apresenta informações de 412 veículos, entre carros e motos, aptos à circulação e 16 sucatas. Os lances iniciais variam entre R$ 200,00 e R$ 6 mil.

Leilão será realizado nos dias 22 e 23 de outubro, no Teatro Plácido de Castro (Foto: Ana Flávia Soares/Detran).

Os interessados em participar do leilão devem realizar cadastro no site da Leiloeira Oficial até o dia 19, além da visita aos veículos, que estarão expostos no Pátio de Veículos Removidos do Detran, situado na Avenida Antônio da Rocha Viana, 2005, Jardim Manoel Julião, em Rio Branco.

A fase de visitas para vistoria nos veículos será entre os dias 15 e 19, das 8 às 12 e das 14 às 16 horas.

“Para realizar a visita é preciso apresentar documento de identificação oficial com foto. E vale destacar que a etapa de visitação consiste apenas na inspeção visual, não sendo permitido o manuseio ou experimentação dos bens”, explica a diretora de operações do Detran, Alana Albuquerque.

O certame será realizado Teatro Plácido de Castro, na Avenida Getúlio Vargas, 2703, Bosque, em Rio Branco, nos dias 22 e 23 de outubro, com início às 9 horas, intervalo para almoço ao meio-dia e reinício às 13 horas.

O edital completo pode ser acessado no Diário Oficial do Estado, na edição de 09 de outubro de 2018, ou no site do Detran.

Leilão de Sucatas

Apenas empresas podem concorrer aos lotes de sucatas, para isso é necessário comprovar o registro da empresa no ramo de desmontagem de veículos perante o Detran/AC.

“Os veículos leiloados na condição de sucatas serão vendidos sem placas e com o número chassi recortados, isso porque não podem ser remontados ou postos em circulação. Neste caso, o veículo arrematado servirá apenas para a utilização de peças e agregados da sucata”, esclarece Albuquerque.

As empresas do ramo com interesse em arrematar sucatas devem realizar cadastro no  setor de Controle de Credenciados da Corregedoria do Detran, localizada no prédio de atendimento de veículos, na Av. Nações Unidas, 2710, Estação Experimental, em Rio Branco. Por Daigleíne Cavalcante.

Rio Branco

Ao anunciar ‘X-Pabllo Vittar com dois ovos e uma salsicha’, lanchonete no AC é acusada de transfobia

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Dono do estabelecimento disse que não teve intenção de ofender e que já tirou o pedido do cardápio. Fórum de ONGs LGBT do Acre aceitou retratação do estabelecimento.

Capa: O presidente do Fórum ainda informou ao G1 e que após o diálogo, acredita ter resolvido a situação — Foto: Reprodução.

O dono de uma lanchonete em Rio Branco divulgou, na tarde desta quinta-feira (28), dois cardápios que acabaram repercutindo de forma diferente entre os clientes e nas redes sociais. Um deles foi o “X-frudo” e o outro o “X-Pabllo Vittar”, que acabou não agradando os internautas, que pediram uma posição do Fórum de ONGs LGBT do Acre.

No anúncio, a lanchonete diz que o X-Pabllo Vittar tinha dois ovos e uma salsicha. O público logo reagiu e acusou a propagando de ser transfóbica e pejorativa.

O dono da lanchonete é Juari Filho, de 34 anos, e, após a divulgação dos cardápios, ele chegou a ser alertado por Germano Marino, presidente do Fórum de ONGS LGBT, em uma rede social, de que se tratava de transfobia a analogia do sanduíche à cantora.

Ao G1, Filho disse que a ideia foi de um amigo e que ele achou interessante, mas não com a intenção de ofender e que a opção já foi retirada do cardápio após a repercussão negativa.

“Fiz sem intenção de ofender ninguém, só achei interessante a formação do sanduíche, mas, infelizmente não deu resultado positivo. Fiz uma nota de esclarecimento, pedindo desculpa e explicando a situação. Jamais queria ofender, jamais. Sou até fã de Pabllo Vittar”, explicou.

Após ser marcado várias vezes em uma publicação de um grupo de gastronomia do estado, Germano Marino disse que entrou em contato com o proprietário.

“Ele se colocou à disposição e negou que houvesse qualquer tipo de preconceito, ou transfobia com a divulgação do sanduíche e que era apenas para publicitar de uma forma diferenciada, pelo humor, só que ele não tinha a noção que haveria essa conotação”, contou.

O presidente do fórum diz que, após o diálogo, acredita ter resolvido a situação

“Ele fez a nota e se desculpou. Enquanto fórum, nós não vamos acionar judicialmente, mesmo porque ele fez a retratação e não queremos prejudicar ninguém”, complementou.

Dono de lanchonete se desculpa após cardápio com "X-Pablo Vitar" — Foto: Reprodução

Dono de lanchonete se desculpa após cardápio com “X-Pablo Vitar” — Foto: Reprodução

Transfobia

O presidente da Fórum de ONGs LGBT do Acre disse que também chegou a ser acionado por advogados que pediram uma posição dele.

“Fui acionado também por advogados que começaram a me procurar para ver o que o fórum poderia fazer para representar contra o estabelecimento sobre essa situação, porque a imagem da Pabllo Vittar com o cardápio estava sendo oferecido”, pontuou.

Além disso, Marino explicou que muitas vezes esse tipo de preconceito ocorre pela falta de informação das pessoas sobre esses crimes.

“Por mais que ela publicite que não é uma mulher trans e que é uma drag queen, fisicamente a exposição é feminina e a conotação de dois ovos e uma salsicha, dando a entender o não reconhecimento de pessoas transgêneros, isso é uma justificativa quando há transfobia. Isso é negar direitos quanto as pessoas transsexuais, sejam masculinos ou femininos, sobre a questão da genitália”, completou.

Reclamação

Com a repercussão, Filho se justificou, emitiu uma nota e pediu desculpas, além de retirar o cardápio. Ele disse que fez sem imaginar que poderia repercutir negativamente.

“Uma cliente nossa reclamou e achou agressiva. A internet é muito rápida, divulguei ontem [quinta-feira] e ontem mesmo retirei depois que aconteceu tudo”, contou.

O empresário disse que trabalha há três anos com a lanchonete e faz a entrega de sanduíches, marmitas e sopa e que só queria fazer uma publicidade divertida.

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JUSTIÇA

Justiça indefere pedido para retirada de família de imóvel no intuito de garantir isolamento a moradores

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para juízo, retirada da família do local, demandaria a utilização de muitos serviços desaconselháveis nesse momento de pandemia.

A 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco indeferiu o pedido de antecipação de tutela, em desfavor de um proprietário de apartamento, para a omissão na posse e retirada dos moradores que ocupam o imóvel. Ao negar o pedido, a juíza Zenice Cardoso levou em consideração a preservação da saúde dos moradores em decorrência do isolamento social estabelecido pelas autoridades de Saúde para conter a disseminação da COVID-19.

Nos autos, o autor do processo relatou ter efetuado a compra do imóvel junto a uma instituição bancária, onde já se encontra registrado em cartório de registro de imóveis, mas que não pode tomar posse em razão de estar ocupado por outras pessoas. Por esta razão, requereu tutela de urgência para que seja concedido a imissão de posse.

Na decisão, a magistrada explica que o requerente adquiriu o imóvel em um leilão e tinha ciência de que o local estava ocupado e demandaria a intervenção judicial para a sua desocupação.

Acrescentou ainda ter sido comprovado que o autor é legítimo proprietário do imóvel e que a propriedade foi consolidada em março/2020, mês em que as medidas restritivas foram adotadas para conter a pandemia, e, que a retirada da família do local, demandaria a utilização de muitos serviços desaconselháveis nesse momento. Além disso, o elastecimento do prazo para a desocupação não implica em razão da demora para ocupação, há de se entender que não representa prejuízo de difícil reparação ao autor.

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