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Os Médicos Flutuantes: A medicina móvel chega às selvas do Panamá | Saúde

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‘Uma verdadeira bênção’

No final do segundo dia de clínica, os voluntários cansados ​​descem uma colina lamacenta para se banharem nas águas frias de um rio próximo, pois há poucos chuveiros disponíveis na aldeia. Eles se enxugam, tomam um jantar quente e amarram as redes para a última noite.

Nos últimos dois dias, sob o calor tropical e a chuva, atenderam 133 pacientes e prestaram assistência e tratamento para uma série de doenças, desde lesões e diarreia a febres, cistos e problemas de gravidez.

“Como médico, você sempre enfrenta um ambiente incerto e desafiador, onde se questiona”, diz o Dr. Geoff McCullen, cirurgião ortopédico e professor da Faculdade de Medicina Osteopática da Universidade da Nova Inglaterra. “Esta semana, acho que nossos alunos aprenderam que podem enfrentar incertezas, enfrentar desafios, gerenciar essas complexidades simultaneamente e ser decisivos sobre as necessidades de um paciente.”

Iryna Hrynyk, voluntária dos Médicos Flutuantes dos Estados Unidos, e Federico Criado Rota, voluntário da Argentina, atendem paciente com dor nas mãos em La Sabana, Panamá (Adam Williams/Al Jazeera)

Ao cair da noite, com lanternas de cabeça, o grupo discute os casos médicos que presenciaram e reflete sobre uma experiência que os tirou da zona de conforto, tanto como pessoas como como profissionais em formação.

“Tive tantas estreias esta semana”, disse Cristina Kontogiannis, estudante do segundo ano de medicina da Faculdade de Medicina Osteopática da Universidade da Nova Inglaterra. “Nunca ouvi os pulmões de um bebê e tive que fazer isso aqui, por exemplo. Tem sido uma experiência de aprendizado e estou muito grato por esta oportunidade.”

Serrano e o povo de La Sabana também estão agradecidos. Ele disse que La Sabana é uma comunidade muito unida e que em suas reuniões regulares eles frequentemente elogiam e expressam apoio contínuo às visitas dos Médicos Flutuantes.

“Temos muita necessidade aqui. Temos muitos pacientes que sofrem de doenças crônicas e muitos acidentes como picadas de cobra, cortes de facão ou crianças com ossos quebrados”, disse Serrano. “Estamos contentes e satisfeitos com os Médicos Flutuantes, e eles nos ensinaram como estar mais bem equipados para lidar com acidentes e emergências, o que nem sempre foi o caso.”

Médicos Flutuantes (Adam Williams/Al Jazeera)
Victoria Corvera Pose (centro), membro da equipe Floating Doctors da Argentina, e Iris Ertugrul realizam um exame de visão na vila de La Sabana (Adam Williams/Al Jazeera)

Na última manhã, os Médicos Flutuantes carregam as mochilas cheias de equipamentos médicos e amarram-nas nos cavalos de carga para iniciar a viagem de volta ao quartel-general. A descida pela floresta úmida e pantanosa é mais fácil do que a subida, e há uma sensação de alegria entre o grupo, que ri e canta durante a caminhada ensolarada da manhã.

O ônibus aguarda o grupo em Pueblo Nuevo, faz uma parada para almoço e deixa o grupo no porto, onde carregam os barcos, colocam os coletes salva-vidas e voltam pelo Caribe. Ao chegar, a equipe exultante e exausta veste roupas de banho. Eles tiram uma última foto em grupo e depois, juntos, saltam nas águas quentes e límpidas que cercam a ilha.

Dentro de três meses, outro grupo de voluntários Médicos Flutuantes fará a mesma viagem até La Sabana para prestar atendimento aos moradores necessitados. Alguns outros seguirão para Wari – cerca de uma hora de caminhada mais fundo na floresta tropical – para visitar Omayra.

“Devido à condição de Omayra e à incapacidade de andar, não posso trabalhar nem sair do lado dela, e não temos dinheiro para pagar o transporte dela para o hospital”, disse Julian Abrego, pai de Omayra. “O fato de os Médicos Flutuantes virem até nossa casa para cuidar de Omayra é uma verdadeira bênção para nós.”

Médicos Flutuantes (Adam Williams/Al Jazeera)
Jyotika Vallurupalli (à esquerda), voluntária dos EUA, e Iris Ertugrul, membro da equipe Floating Doctors da Holanda, atendem a paciente Omayra Abrego em sua casa em Wari, Panamá (Adam Williams/Al Jazeera)

A reportagem desta história foi apoiada pela Bolsa de Inovação em Saúde do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ).



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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A PROGRAD — Universidade Federal do Acre

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A Pró‑Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Acre (Ufac) é o órgão responsável pelo planejamento, coordenação e supervisão das atividades acadêmicas relacionadas ao ensino de graduação. Sua atuação está centrada em fortalecer a formação universitária, promovendo políticas e diretrizes que assegurem a qualidade, a integração pedagógica e o desenvolvimento dos cursos de bacharelado, licenciatura e demais formações presenciais e a distância. A Prograd articula ações com as unidades acadêmicas, órgãos colegiados e a comunidade universitária, garantindo que os currículos e práticas pedagógicas estejam alinhados aos objetivos institucionais.

Entre as principais atribuições da Prograd estão a coordenação da política de ensino, a supervisão de programas de bolsas voltadas à graduação, a análise e encaminhamento de propostas normativas e a participação em iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior.

A Prograd é organizada em três diretorias, cada uma com funções específicas e complementares:

Diretoria de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino — responsável por ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento de metodologias, à regulação e ao apoio pedagógico dos cursos de graduação.

Diretoria de Apoio à Formação Acadêmica — dedicada a acompanhar e apoiar as atividades acadêmicas dos estudantes, incluindo estágios, mobilidade estudantil e acompanhamento da formação acadêmica.

Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais — voltada à gestão de programas especiais, políticas de interiorização e ações que ampliam o acesso e a permanência dos alunos em diferentes regiões.

A Prograd participa, ainda, de iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior, integrando docentes, estudantes e gestores em fóruns, encontros e ações que visam à atualização contínua dos processos formativos e ao atendimento das demandas sociais contemporâneas.

Com compromisso institucional, a Pró‑Reitoria de Graduação contribui para que a UFAC cumpra seu papel educativo, formando profissionais críticos e comprometidos com as realidades local e regional, garantindo um ambiente acadêmico de excelência e responsabilidade social.

Ednacelí Abreu Damasceno
Pró-Reitora de Graduação



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Orientação sobre revalidação e reconhecimento de diplomas — Universidade Federal do Acre

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Orientações para abertura de processo administrativo e procedimentos acerca da revalidação de diploma de graduação e reconhecimento de diplomas de pósgraduação stricto sensu emitidos por instituições estrangeiras, conforme a Resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

Abertura do Processo

I – Preenchimento do Formulário Padrão (conforme modelo disponibilizado);

II – Documentos pessoais exigidos:

• Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;

• Comprovante de residência;

• Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;

• Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;

III – Documentos acadêmicos exigidos:

• Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

• Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

IV – Preenchimento do Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, conforme modelo disponibilizado pelo NURCA;

V – Solicitação de abertura de processo no Protocolo Geral da UFAC, direcionado ao NURCA, com a apresentação da documentação exigida nos itens de I a IV;

Submissão da documentação na Plataforma Carolina Bori – Link: http://plataformacarolinabori.mec.gov.br

O interessado deve submeter a documentação no formato .pdf, agrupando diferentes documentos em arquivo único conforme indicado abaixo:

Arquivo 1 em .PDF:

1. Formulário Padrão preenchido (conforme modelo disponibilizado);

2. Documentos pessoais exigidos:

a) Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;

b) Comprovante de residência;

c) Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;

d) Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;

Arquivo 2 em PDF:

1. Diploma e Histórico (Itens I e II do Artigo 10 ou Itens II e IV do artigo 33 da Resolução nº 003, de 14 de março de 2017);

Arquivo 3 em PDF:

1. Documentos acadêmicos exigidos excetuando-se os do Arquivo 2:

a) Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

b) Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017, excetuando item III (vide Arquivo 5).

Arquivo 4 em PDF:

1.Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, preenchido conforme modelo disponibilizado pelo NURCA; da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

Arquivo 5 em PDF:

a) Para os casos de reconhecimento: Exemplar digital da tese ou dissertação com registro de aprovação da banca examinadora e documentações complementares, conforme item III do Art. 33 da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017. 

Fluxo do Processo

VI – Recebimento do processo pelo NURCA e encaminhamento para o Centro pertinente, que constituirá Comissão;

VII – Retorno do processo ao NURCA no prazo de 15 dias;

VIII – Sendo favorável o parecer da Comissão, será autorizada a emissão de GRU, bem como, o seu devido pagamento (R$ 1.200,00 – graduação; mestrado – R$ 1.500,00 e doutorado R$ 2.000,00), devendo ser incluída a via original ou cópia autenticada por servidor da UFAC no processo de revalidação.

a) Em caso de parecer negativo, o processo será disponibilizado para consulta, retirada de documentação e/ou ajuste quando for pertinente.

IX – Retorno do processo ao Centro para a Comissão concluir a revalidação no prazo restante dos seis meses.

Formulário Padrão

Termo de Aceitação, Exclusividade e Autenticidade

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