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Os rebeldes da RDC e M23 para iniciar conversas diretas na próxima semana, diz o mediador Angola | Notícias de conflito
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Um porta -voz do presidente da RDC, Felix Tshisekedi, disse à Agência de Notícias à Reuters que eles haviam recebido um convite de Angola para as negociações.
O governo da República Democrática do Congo e o Ruanda M23 rebeldes Avançará as negociações na próxima semana, anunciou o mediador Angola.
Um comunicado do escritório do presidente João Lourenco disse na quarta -feira que as duas partes começariam “negociações diretas de paz” na capital angolana Luanda em 18 de março.
Angola atuou anteriormente como mediador no conflito oriental da RDC que aumentou no final de janeiro, quando o M23 assumiu o controle da estratégia da cidade de Goma do Congo Oriental. Em fevereiro, o M23 apreendeu Bukavu, a segunda maior cidade do Eastern Congo.
Ruanda nega apoiar o grupo armado do M23 no conflito, que está enraizado na disseminação do genocídio de Ruanda em 1994 na RDC, e na luta pelo controle dos vastos recursos minerais da RDC.
O presidente da RDC, Felix Tshisekedi, esteve em Angola na terça -feira para discutir a possibilidade de negociações e sua porta -voz Tina Salama disse à agência de notícias da Reuters na quarta -feira que o governo recebeu um convite de Angola, mas não disse se participaria das negociações.
O líder da M23, Bertrand Bisimwa, escreveu sobre X que os rebeldes haviam forçado Tshisekedi à mesa de negociações, chamando -a de “a única opção civilizada para resolver a crise atual que durou décadas”.
O governo disse que pelo menos 7.000 pessoas morreram no conflito desde janeiro.
Na semana passada, a Agência das Nações Unidas para Refugiados informou que quase 80.000 pessoas fugiram do país devido ao conflito armado. Desde janeiro, 61.000 chegaram ao vizinho Burundi, disse o vice -diretor de proteção internacional da agência, Patrick Eba.
M23 é um dos cerca de 100 grupos armados que disputam recursos no leste do Congo, lar de vastas reservas de minerais estratégicos, como Coltan, cobalto, cobre e lítio.
Os vizinhos da RDC, incluindo África do Sul, Burundi e Uganda, têm tropas estacionadas no East Congo, aumentando o medo de uma guerra regional total que poderia se parecer com as guerras do Congo dos anos 90 e início dos anos 2000 que mataram milhões de pessoas.
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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Pesquisadoras da Ufac participam de congresso em Montreal, no Canadá — Universidade Federal do Acre
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14 de setembro de 2026A professora Andréia Fernandes Brilhante e a técnica de laboratório Janaína Estevo de Oliveira, do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, da Ufac, apresentaram trabalhos no 16º Congresso Internacional de Parasitologia, realizado de 16 a 21 de agosto, em Montreal, no Canadá.
Janaína é doutoranda da Rede Bionorte, sob orientação de Andréia. Elas mostraram suas pesquisas nas áreas de fauna de flebotomíneos e leishmanioses. “A presença no congresso representou uma importante oportunidade para divulgar a produção científica desenvolvida na Ufac e, ao mesmo tempo, ampliar o intercâmbio de conhecimentos e experiências com pesquisadores de diferentes países”, ponderaram.
Durante o evento, estabeleceram contatos com grupos de pesquisa de instituições estrangeiras, incluindo representantes da Colômbia, Austrália e Romênia. “Essas interações possibilitaram importantes trocas de experiências e conhecimentos, além da identificação de novas possibilidades de colaboração científica internacional”, disseram as pesquisadoras da Ufac.
Segundo elas, um dos momentos de destaque foi a apresentação de um trabalho desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, colaboração que vem sendo construída a partir de projetos e pesquisas anteriores. “A partir desses contatos, vislumbramos a continuidade e ampliação de ações conjuntas, incluindo novos projetos de pesquisa, transferência de tecnologias e intercâmbio acadêmico entre a Ufac e a Universidade de Melbourne”, pontuaram.
Outros contatos, com possibilidades de cooperação, também foram estabelecidos com instituições brasileiras, como a Universidade Estadual de São Paulo (campus de Jaboticabal) e a Universidade Federal de Santa Catarina. Além disso, elas destacaram o contato com pesquisadores integrantes da Rede Brasileira em Parasitoses Intestinais.
“Para nós, enquanto professora/orientadora e técnica de laboratório/doutoranda, a participação no evento também representou uma importante oportunidade de formação, atualização científica e fortalecimento das redes de colaboração”, acrescentaram. “A possibilidade de apresentar conjuntamente resultados de pesquisas desenvolvidas na Ufac e dialogar diretamente com pesquisadores de diferentes países contribuiu para ampliar nossa perspectiva sobre os desafios e as possibilidades de investigação científica na Amazônia.”
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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre
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11 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.
Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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