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Painel Acre Resiliente é apresentado na COP por gestores do estado
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1 ano atrásem
Nelson Liano
No dicionário resiliência significa a capacidade de recuperação após uma situação de crise ou infortúnio. Foi exatamente para mostrar as ações do estado durante as alagações e secas extremas que na sexta, 15, na COP 29, em Baku, no Azerbaijão, foi apresentado o painel Acre Resiliente: Estratégias Estaduais de Enfrentamento e Adaptação às Mudanças Climáticas.
A vice-governadora Mailza Assis fez um resumo das necessidades de enfrentamento das alagações e secas severas que têm assolado o estado.

“Estamos aqui para conversar sobre os problemas do Acre com os eventos climáticos extremos e também as soluções. É importante discorrer sobre as estratégias para reduzir os efeitos das cheias e secas que temos enfrentado. O nosso estado tem uma política ambiental forte e somos líderes de preservação. Mas sobretudo estamos preparados juridicamente para fazer qualquer acordo que possa nos ajudar a enfrentar esses extremos através de parcerias e financiamentos externos,” disse Mailza.
Toda a Amazônia tem sofrido com os extremos climáticos. E para a vice-governadora é possível prevenir algumas situações e reduzir os danos.
“No primeiro semestre do ano tivemos cheias e no segundo uma grande seca. Assim não houve um período imune às dificuldades e precisamos de recursos e união para esse enfrentamento. Também temos que investir em tecnologia. Por isso, estamos estruturando as nossas secretarias para auxiliar a população aderindo a programas que nos ajudem nessa situação. O Acre tem 86% por cento das suas florestas preservadas e o nosso propósito é incrementar uma política que protege a vida e o meio ambiente,” argumentou.

O secretário de Estado de meio ambiente Leonardo Carvalho reforçou o ponto de vista.
“O Acre tem segurança jurídica para investimentos daqueles que têm interesse. Criamos o Sistema de Serviços Ambientais para sensibilizar os investidores. Assim podemos traçar estratégias e um plano de resiliência com um fundo específico para receber recursos para as ações emergenciais,” ponderou Leonardo.
Francisca Arara , secretária Extraordinária de Povos Indígenas também ressaltou a importância das parcerias para o enfrentamento das situações ambientais extremas.

“O Acre está apto para receber qualquer tipo de programa nacional e internacional que venha nos auxiliar. Já temos um plano de adaptação com uma demanda necessária de R$ 2 bilhões. Criamos as condições ideais para a confiança dos investidores que queiram nos ajudar a preservar a floresta e fomentar ações para as populações indígenas, ribeirinhas e de pequenos agricultores,” disse Francisca.
Educação ambiental e prevenção aos eventos extremos
O Coronel Charles Santos, comandante do Corpo de Bombeiros do Acre, descreveu um pouco das ações da sua Corporação diante dos eventos extremos.

“Esse é um problema global em que todas as nações estão sofrendo. E o Acre é um exemplo de resiliência, mas precisa do apoio dos seus colaboradores. Mesmo porque temos mantido grande parte da nossa floresta em pé e precisamos de ações colaborativas para que a nossa população não sofra ainda mais com essa situação,” ressaltou o Coronel.
Charles Santos coloca entre as ações preventivas a educação ambiental nas comunidades como essencial.
“É preciso mostrar aos nossos cidadãos como devem se comportar em relação ao meio ambiente para não agravar ainda mais as situações extremas. Vamos potencializar o monitoramento em todo o estado e valorizar os guardiões da floresta, essa população que está na ponta, para poder dar a primeira resposta nas situações extremas de alagações e incêndios,” afirmou.

O turismo regenerativo foi apresentado como uma das alternativas para gerar renda aos moradores e preservar o meio ambiente pelo secretário de turismo e empreendedorismo, Marcelo Messias.
“Trouxemos um projeto para a COP que já estamos trabalhando. Através de ações podemos regenerar regiões que sofreram com danos ambientais para entregar aos turistas. Precisamos ter uma visão de sustentabilidade também em relação ao turismo. E o Acre está muito a frente nessa modalidade turística com potencialidades de belezas naturais imensas,” ressaltou Marcelo
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Exame Nacional de Acesso ENA/Profmat em 2026 — Universidade Federal do Acre
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20 horas atrásem
13 de janeiro de 2026A Coordenação Institucional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT/UFAC) divulga a lista de pedidos de matrícula deferidos pela Coordenação, no âmbito do Exame Nacional de Acesso 2026.
LISTA DE PEDIDO DE MATRÍCULA DEFERIDOS
1 ALEXANDRE SANTA CATARINA
2 CARLOS KEVEN DE MORAIS MAIA
3 FELIPE VALENTIM DA SILVA
4 LUCAS NASCIMENTO DA SILVA
5 CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA
6 ISRAEL FARAZ DE SOUZA
7 MARCUS WILLIAM MACIEL OLIVEIRA
8 WESLEY BEZERRA
9 SÉRGIO MELO DE SOUZA BATALHA SALES
10 NARCIZO CORREIA DE AMORIM JÚNIOR
Informamos aos candidatos que as aulas terão início a partir do dia 6 de março de 2026, no Bloco dos Mestrados da Universidade Federal do Acre. O horário das aulas será informado oportunamente.
Esclarecemos, ainda, que os pedidos de matrícula serão encaminhados ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico da UFAC, que poderá solicitar documentação complementar.
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Linguagem e Identidade — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
12 de janeiro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Ufac chega aos 20 anos com um legado consolidado na formação de profissionais da educação na Amazônia. Criado em 2005 e com sua primeira turma de mestrado iniciada em 2006, o PPGLI passou a ofertar curso de doutorado a partir de 2019. Em 2026, o programa contabiliza 330 mestres e doutores titulados, muitos deles com inserção em instituições de ensino e pesquisa na região.
Os dados mais recentes apontam que 41% dos egressos do PPGLI atuam como docentes na própria Ufac e no Instituto Federal do Acre (Ifac), enquanto 39,4% contribuem com a educação básica. Com conceito 5 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no quadriênio 2017-2020, o PPGLI figura entre os melhores da região Norte.
“Ao longo dessas duas décadas, o programa de pós-graduação em Linguagem e Identidade destaca-se pela excelência acadêmica e pela forte relevância social”, disse a reitora Guida Aquino. “Sua trajetória tem contribuído de forma decisiva para a produção científica e cultural, especialmente no campo dos estudos sobre linguagens e identidades, fortalecendo o compromisso da Ufac com formação qualificada, pesquisa e transformação social.”
O coordenador do programa, Gerson Albuquerque, destacou que, apesar de recente no contexto da pós-graduação brasileira, o PPGLI promove uma transformação na educação superior da Amazônia acreana. “Nesses 20 anos, o PPGLI foi responsável não apenas pela formação de centenas de profissionais altamente qualificados, mas por inúmeras outras iniciativas e realizações que impactam diretamente a sociedade.”
Entre essas ações, Gerson citou a implementação de uma política linguística pioneira que possibilitou o ingresso e permanência de estudantes indígenas e de outras minorias linguísticas, além do protagonismo de pesquisadores indígenas em projetos voltados ao fortalecimento de suas culturas e línguas. “As ações do PPGLI transcenderam os limites acadêmicos, gerando impactos sociais, culturais e econômicos significativos”, opinou. “O programa contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua riqueza linguística e cultural.”
Educação básica, pesquisa e projetos
Sobre a inserção dos egressos na educação básica, Gerson considerou que, embora a formação stricto sensu seja voltada prioritariamente ao ensino superior e à pesquisa, o alcance do PPGLI vai além. “Se analisarmos o perfil de nossos mestres e doutores, 72% atuam em instituições de ensino superior, técnico, tecnológico ou na educação básica. Isso atesta a importância do programa para a Amazônia e para a área de linguística e literatura, uma das que mais forma mestres e doutores no país.”
O professor também destacou a trajetória de 15 egressos que hoje se destacam em instituições de ensino, projetos de extensão e pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior. Para ele, esses exemplos ilustram a diversidade de atuações do corpo formado pelo programa, que inclui professores indígenas, pesquisadores em literatura comparada, especialistas em língua brasileira de sinais (Libras), artistas da palavra, autores de livros, lideranças educacionais e docentes em universidades peruanas.
A produção científica do PPGLI também foi ressaltada pelo coordenador, que apontou os avanços no quadriênio 2021-2024 como reflexo de um projeto acadêmico articulado com os desafios amazônicos. “Promovemos ações de ensino, pesquisa e extensão com foco na diversidade étnica, linguística e cultural. Nossas parcerias internacionais ampliam o alcance do programa sem perder o vínculo com as realidades locais, especialmente as regiões de fronteira com Peru e Bolívia.”
Entre os destaques estão as políticas afirmativas, a produção de material didático bilíngue para escolas indígenas, a inserção em redes de pesquisa e eventos científicos, a publicação de livros e dossiês temáticos e a atuação dos docentes e discentes em comunidades ribeirinhas e florestais.
Para os próximos anos, o desafio, segundo Gerson, é manter e ampliar essas ações. “Nosso foco está no aprimoramento das estratégias de educação inclusiva e no fortalecimento do impacto social do Programa”, afirmou. Para marcar a data, o PPGLI irá realizar um seminário comemorativo no início de fevereiro de 2026, além de uma série de homenagens e atividades acadêmico-culturais ao longo do ano.
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Ufac lança nova versão do SEI com melhorias e interface moderna — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
12 de janeiro de 2026A Ufac realizou a solenidade de lançamento da nova versão do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que passa a operar na versão 5.0.3. A atualização oferece interface mais moderna, melhorias de desempenho, maior segurança e avanços significativos na gestão de documentos eletrônicos. O evento ocorreu nesta segunda-feira, 12, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da modernização para a eficiência institucional. Ela lembrou que a primeira implantação do SEI ocorreu em 2020, antes mesmo do início da pandemia, permitindo à universidade manter suas atividades administrativas durante o período de restrições sanitárias. “Esse sistema coroou um momento importante da nossa história. Agora, com a versão 5.0, damos mais um passo na economia de papel, na praticidade e na sustentabilidade. Não tenho dúvida de que teremos mais celeridade e eficiência no nosso dia a dia.”
Ela também pontuou que a universidade está entre as primeiras do país a operar com a versão mais atual do sistema e reforçou o compromisso da gestão em concluir o mandato com entregas concretas. “Trabalharei até o último dia para garantir que a Ufac continue avançando. Não fiz da Reitoria trampolim político. Fizemos obras, sim, mas também implementamos políticas. Digitalizamos assentamentos, reorganizamos processos, criamos oportunidades para estudantes e servidores. E tudo isso se comunica diretamente com o que estamos lançando hoje.”
Guida reforçou que a credibilidade institucional conquistada ao longo dos anos é resultado de um esforço coletivo. “Tudo o que fiz na Reitoria foi com compromisso com esta universidade. E farei até o último dia. Continuamos avançando porque a Ufac merece.”
Mudanças e gestão documental
Responsável técnico pela atualização, o diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Jerbisclei de Souza Silva, explicou que a nova versão exigiu mudanças profundas na infraestrutura de servidores e bancos de dados, devido ao crescimento exponencial de documentos armazenados.
“São milhões de arquivos em PDF e externos que exigem processamento, armazenamento e desempenho. A atualização envolveu um trabalho complexo e minucioso da nossa equipe, que fez tudo com o máximo cuidado para garantir segurança e estabilidade”, explicou. Ele ressaltou ainda que o novo SEI já conta com recursos de inteligência artificial e apresentou melhora perceptível na velocidade de navegação.

O coordenador de Documentos Eletrônicos e gestor do SEI, Márcio Pontes, reforçou que a nova versão transforma o sistema em uma ferramenta de gestão documental mais ampla, com funcionalidades como classificação, eliminação e descrição de documentos conforme tabela de temporalidade. “Passamos a ter um controle mais efetivo sobre o ciclo de vida dos documentos. Isso representa um avanço muito importante para a universidade.” Ele informou ainda que nesta quinta-feira, 15, será realizada uma live, às 10h, no canal UfacTV no YouTube, para apresentar todas as novidades do sistema e tirar dúvidas dos usuários.
A coordenação do SEI passou a funcionar em novo endereço: saiu do pavimento superior e agora está localizada no térreo do prédio do Nurca/Arquivo Central, com acesso facilitado ao público. Os canais de atendimento seguem ativos pelo WhatsApp (68) 99257-9587 e e-mail sei@ufac.br.
Também participaram da solenidade o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; e a pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino.
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