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Países afetados por conflitos pedem US$ 20 bi na COP29 – 15/11/2024 – Ambiente

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Um grupo de países afetados por conflitos defende na COP29, a Conferência das Nações Unidas para a Mudança Climática em curso em Baku (Azerbaijão), a destinação do dobro da atual ajuda financeira para o combate a desastres naturais e a prevenção de crises de segurança à população. Em carta, essas nações pediram acesso a US$ 20 bilhões ao ano.

A coalizão dos países que enfrentam conflitos internos não é a única a demandar mais fundos para a adaptação e a mitigação de desastres provocados pelo aquecimento global. As nações ilhas, outro grupo, argumenta que a própria existência física está ameaçada pela elevação do nível do mar. Países detentores de florestas também requerem mais recursos para protegê-las.

A COP29 tem como prioridade chegar a um acordo sobre a elevação do valor do financiamento anual para os países em desenvolvimento. Atualmente, alcança US$ 100 bilhões ao ano, colhidos entre as economias mais ricas. O montante é considerado insuficiente para o cumprimento das metas climáticas.

Os países afetados por conflitos disseram na carta que o acesso a financiamento privado é difícil, além de impor riscos elevados. Os fundos das Nações Unidas, para eles, tornaram-se essenciais para atender a seus habitantes, muitos dos quais forçados a deixar seus locais de origem devido ao clima e a guerras.

Entretanto, receberam apenas US$ 8,4 bilhões, em conjunto, dos fundos climáticos em 2022, conforme recente análise publicada pela organização ODI Global. “Está evidente que os fundos climáticos não estão dando o apoio às pessoas mais vulneráveis ao clima do mundo”, disse Mauricio Vazquez, chefe da área de políticas para riscos e resiliência globais da ODI Global.

Rede do clima

Em resposta, a presidência azeri da COP29 anunciou a criação da Rede do Clima-Países Vulneráveis, com um escopo mais amplo. Burundi, Chade, Iraque, Serra Leoa, Somália, Timor Leste e Iêmen já aderiram à iniciativa. Os 20 países do G7+, grupo das nações consideradas mais frágeis do planeta, foram convidados.

A nova rede será uma entidade em defesa das demandas dos países afetados pelos conflitos e os mais frágeis diante de instituições de financiamento climático. Terá ainda as missões de construir capacidades nessas nações para a absorção de mais recursos e de criar plataformas nas quais investidores poderão avaliar mais facilmente os impactos dos projetos, informou a organização ODI Global, que colaborou na criação da rede.

“Minha esperança é de que essa iniciativa crie uma plataforma real para os países em maior necessidade”, afirmou Abdullahi Khalif, negociador-chefe da Somália, em Baku.

A iniciativa, na verdade, partira de carta do G7+ às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e à presidência azeri da COP29. O grupo pediu um compromisso explícito no acordo final sobre financiamento climático sobre a ajuda de pelo menos US$ 20 bilhões por ano para seus países adotarem medidas de adaptação.



Leia Mais: Folha

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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