POLÍTICA
Parlamentares do Novo acionam TCU contra publicaçã…
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8 meses atrásem
Nicholas Shores
Parlamentares do partido Novo fizeram uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, por, supostamente, violar o princípio da impessoalidade na administração pública ao divulgar um programa do governo de forma que, segundo os signatários, enaltece diretamente o presidente Lula.
“A Constituição é clara, a publicidade institucional deve servir ao interesse público, não à promoção pessoal de autoridades. O que vimos no vídeo da ministra Gleisi Hoffmann é o uso indevido da máquina pública em uma tentativa descarada de antecipar a propaganda eleitoral para 2026”, declarou a líder do Novo na Câmara, Adriana Ventura (SP).
Assinada também pelos deputados Marcel van Hattem (RS), Gilson Marques (SC) e Ricardo Salles (SP) e pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), a peça destaca a expressão usada pela ministra ao publicar em suas redes sociais o vídeo sobre o novo programa de crédito consignado do governo: “Apertou o orçamento? O juro tá alto? Pega o empréstimo do Lula”, diz Gleisi.
De acordo com os parlamentares do Novo, fazer a veiculação do conteúdo dessa forma configura “desvio de finalidade da publicidade institucional”, contrariando o trecho da Constituição Federal que proíbe a promoção pessoal de autoridades em campanhas de comunicação do governo.
A jurisprudência da Corte, de acordo com os deputados e o senador do Novo, estabelece que mesmo postagens feitas em contas pessoais não podem promover agentes políticos quando abordam ações oficiais do governo.
Os autores da representação pedem medida cautelar para suspender a divulgação de conteúdos semelhantes ao denominado “empréstimo do Lula”, tanto nos canais oficiais do governo quanto nas redes pessoais dos ministros de Estado, até que a questão seja julgada pelo TCU.
Além disso, pedem que a Corte reconheça a irregularidade e responsabilize Gleisi e demais envolvidos na campanha, com a possibilidade de aplicação de multas.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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7 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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