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Pelo menos 39 mortos em violência de guerrilha – DW – 18/01/2025

colombiano as autoridades relataram na sexta-feira que pelo menos 39 pessoas foram mortas na violência envolvendo um grupo guerrilheiro perto da fronteira entre a Colômbia e a Venezuela.

A violência levou o presidente Gustavo Petro a suspender as negociações de paz com o esquerdista Exército de Libertação Nacional (ELN).

“O processo de diálogo com este grupo está suspenso, o ELN não tem vontade de paz”, escreveu Petro no X na sexta-feira, chamando o que o grupo fez de “crimes de guerra”.

O que sabemos sobre a violência?

Combatentes do ELN atacaram dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em vários vilarejos e fazendas na região de Catatumbo, no departamento de Santander Norte.

Mais de 30 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas, segundo o governador do Norte de Santander, William Villamizar.

O governo colombiano disse que pelo menos cinco dos mortos eram ex-rebeldes desmobilizados das FARC que aceitou o acordo de paz de 2016.

Num outro incidente, nove pessoas morreram na violência envolvendo combatentes do ELN e o Clã del Golfo, a principal gangue criminosa do país, no vizinho departamento de Bolívar.

Negociações de paz paralisadas

O processo de paz entre o governo colombiano e o ELN, que reiniciou em 2022foi atormentado por contratempos.

Em setembro do ano passado, o governo suspendeu as negociações após um ataque a uma base militar que deixou dois soldados mortos e mais de duas dezenas de feridos.

A violência é um desafio para Petro, O primeiro presidente de esquerda da Colômbiae a sua principal política de segurança de “paz total”.

A sua estratégia tem procurado retirar o ELN do seu papel no conflito armado interno do país, que já dura seis décadas.

ess/sms (Reuters, AFP, EFE)



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