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Pelo menos quatro mortos quando apoiadores do ex-primeiro-ministro do Paquistão Khan entram em Islamabad | Notícias de Imran Khan

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Milhares de pessoas entram em confronto com a polícia enquanto forçam a entrada na capital para exigir a libertação do ex-primeiro-ministro preso.

Vários membros das forças de segurança do Paquistão teriam sido mortos como apoiadores do ex-primeiro-ministro encarcerado, Imran Khan. forçaram seu caminho para a capital, Islamabad.

Quatro funcionários do serviço de segurança foram mortos, disse o governo na terça-feira, enquanto milhares desafiou um bloqueio policialsuperando bloqueios e gás lacrimogêneo para entrar na cidade. Apoiadores do partido Paquistão Tehreek-e-Insaf (PTI), de Khan, têm exigido a libertação do ex-PM antes de uma audiência judicial sobre acusações de terrorismo.

O gabinete do primeiro-ministro Shehbaz Sharif disse em comunicado que quatro membros dos serviços de segurança foram mortos quando foram atropelados por um veículo.

Enquanto os manifestantes enfrentavam as forças de segurança e ignoravam a ameaça do governo de responder com tiros, Sharif condenou a violência, dizendo: “Não é um protesto pacífico. É extremismo.”

A marcha para Islamabad segue dois dias de confrontos enquanto os manifestantes se aproximavam da capital. A administração da cidade impôs uma proibição de reuniões públicas por dois meses na semana passada.

Os relatórios sobre o número de vítimas variam. Além dos quatro agentes de segurança, relatos não confirmados dizem que um civil também foi morto durante o abalroamento e que um policial também morreu num incidente separado.

Policiais disparam bombas de gás lacrimogêneo para dispersar apoiadores do PTI durante um protesto em Islamabad (Aamir Qureshi/AFP)

Kamal Hyder, da Al Jazeera, reportando de Islamabad, classificou a situação como “extremamente tensa”.

“Os manifestantes estão agora dentro da cidade. Esse é um ponto de grande preocupação depois dos relatos de que a polícia iria reprimir os protestos”, disse ele.

Hyder notou relatos contraditórios sobre as mortes.

“O governo diz que foram os manifestantes que atropelaram o pessoal das forças de segurança, mas testemunhas disseram que foi o veículo das forças de segurança que se afastava em pânico quando os manifestantes se aproximavam”, disse ele.

Khan, que foi deposto em 2022 por um voto de desconfiança, está preso há mais de um ano após a sua condenação num caso de corrupção e enfrenta mais de 150 processos criminais.

O seu partido, o PTI, afirma que os casos têm motivação política, enquanto as autoridades afirmam que apenas os tribunais podem ordenar a sua libertação.

A polícia prendeu mais de 4.000 apoiadores de Khan desde sexta-feira e suspendeu serviços móveis e de internet em algumas partes do país. Todas as instituições de ensino permanecem fechadas.

Na quinta-feira, um tribunal proibiu manifestações na capital e as autoridades disseram que qualquer pessoa que violasse a proibição seria presa.

As viagens entre Islamabad e outras cidades tornaram-se quase impossíveis, com as autoridades a bloquearem estradas com contentores. No entanto, os manifestantes os afastaram na terça-feira.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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