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Pesquisador renomado, Alceu Ranzi, critica desmatamento no Acre; ‘eu vi, fotografei e chorei’, afirmou o arqueólogo

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O renomado pesquisador Alceu Ranzi, que é irmão do desembargador Pedro Ranzi, usou seu perfil no Facebook, para fazer o alerta, também em tom de desabafo.

Foto de capa: “eu vi, fotografei e chorei”, afirmou Alceu Ranzi.

Alceu Ranzi, que é um grande estudioso e pesquisador, estuda há décadas a arqueologia da Amazônia ocidental, com especial atenção aos Geoglifos do Acre, publicou hoje (15.08) uma fotografia aérea de uma área de vegetação do Acre.

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Na legenda da foto, afirmou Parece o Cerrado do Brasil Central…isso é no Acre….desmatado nos últimos 30 anos. Só restou a vegetação ao longo dos igarapés. Foto de agosto de 2018″.

A decepção do arqueólogo não é exclusiva dele. Nas redes sociais, a publicação causou reações diversas.

Maria do Socorro do Nascimento afirmou “Isso é revoltante Alceu Ranzi, não acredito no que estou vendo! É bom que essas imagens seja vista por todos. Gente olha o que o governo da esquerda está fazendo com Amazônia Legal… um novo “cerrado”, ou melhor como canta Pia Vila “o Acre vai virar pasto de boi.” Penso que devemos desconstruir esse governo, interesseiro, incapaz de contruir uma política exclusiva para o Acre e por consequência para amazônia em seu todo…”

Karen Adami Que horror esta fotografia! Rumo a desertificação!

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Emir Mendonça E o governo estadual diz que está controlando.
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Alceu Ranzi Menina, eu vi, fotografei e chorei
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Maria Maia É de chorar! Com o essa floresta vai resistir?
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Lourival Bernardi Imagem terrível! O que fizeram da Hiléia amazônica!!
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Airton Chaves Rocha Em plena Amazônia. Lamentável e nos estimula a lutar contra a continuidade dos desmatamentos.
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O arqueólogo citou expressamente que a área que ele pessoalmente fotografou é no Acre, ‘desmatado nos últimos 30 anos’.
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O PT governa o Acre há mais de 20 anos, com promessas de desenvolvimento sustentável, e proteção do meio ambiente. 
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Como estratégia de marketing político, o PT criou o conceito ou ideologia da Florestania, que seria a síntese de “floresta” e “cidadania”. Esse discurso, criado pela esquerda radical do PT, empolgou e convenceu muita gente por um bom tempo. Hoje, a ficha caiu.
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Veja a publicação no perfil de Facebook, do arqueólogo Alceu Ranzi:
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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