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Petrobras (PETR4) e seus dividendos, Itaú (ITUB4), Magalu (MGLU3) e as ações que mexem com seu bolso na semana – Money Times

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(Imagem: iStock/Leonidas Santana)

Semana será bem corrida com a divulgação de resultados de empresas queridinhas de investidores. A começar pelo Itaú (ITUB4), que abre a semana.

Considerado um relógio suíço, pela qualidade e entrega dos resultados, o bancão deverá continuar o seu crescimento, com um ROE (retorno sobre o patrimônio) acima de 22%, sólida expansão de lucro e aceleração no crescimento do crédito, segundo a Genial.

“Projetamos um lucro líquido de R$ 10,5 bilhões, refletindo um crescimento de 4,4%no trimestre e 16,3% no ano, o que deve resultar em uma expansão do ROE de 0,01 ponto percentual no trimestre e 1,34 ponto no ano, atingindo 22,4%”, vê.

O resultado deve ser ainda positivamente impactado pela reversão das provisões relacionadas ao caso Americanas (AMER3), com um ganho incremental estimado de R$ 450 milhões, elevando o lucro total para R$ 10,96 bilhões e o ROE para 23,4%.

No caso do Magazine Luiza (MGLU3), o mercado espera melhora dos números. Segundo a XP, a empresa deve atingir R$ 20 milhões de lucro no terceiro trimestre deste ano, em uma melhora em relação ao mesmo período do ano passado, quando a empresa teve prejuízo de R$ 143 milhões, disse a XP Investimentos.

A corretora prevê crescimento da receita acelerando e as margens evoluindo, com foco na rentabilidade, ainda que o cenário macro seja desafiador.

Projeta ainda que as vendas dos canais 1p (venda direta) e 3P (marketplace) aumentem em 2% e 2,5% respectivamente. Segundo a corretora, o Volume Bruto de Mercadoria (GVM) deve crescer 5% ano ao ano e as lojas físicas devem ter um bom desempenho, com crescimento de 13,5% pelo critério vendas nas mesmas lojas (SSS).

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Petrobras divulga resultados; vem dividendos?

Para a Petrobras (PETR4), a XP prevê um lucro líquido de US$ 4,1 bilhões, e dividendos ordinários de US$ 2,6 bilhões (2,8% de yield). “A Petrobras poderá anunciar dividendos extraordinários de até US$ 4 bilhões”, disse.

“A companhia continua sendo uma de melhores do setor, devido a seus rendimentos”. A corretora elevou o preço-alvo de PETR3 e PETR4 para R$ 46, assumindo o petróleo tipo Brent a US$ 70 o barril.

Já o Itaú BBA espera resultados “moderados” para a Petrobras no terceiro trimestre de 2024, em comparação com o mesmo período do ano passado, devido à queda dos preços do petróleo, com foco na execução de capex e nos dividendos.

O banco projeta um Ebitda de US$ 11,6 bilhões, uma redução de 15,2% na base anual, e receita de US$ 22,5 bilhões, o que representa uma queda de 11,9%. Já o lucro líquido deve ficar próximo de US$ 5,6 bilhões, leve queda de 0,1% ano a ano.

DataHorário a confirmarCódigoEmpresa
04-11-24Horário a confirmarAURA33Aura Minerals
04-11-24Horário a confirmarKLBN11Klabin S/A
04-11-24Após o fechamentoCSMG3Copasa
04-11-24Após o fechamentoSRNA3Serena Energia
04-11-24Após o fechamentoITUB4Itaú Unibanco
04-11-24Após o fechamentoPGMN3Pague Menos
04-11-24Após o fechamentoTIMS3Tim
05-11-24Horário a confirmarIGTI11Iguatemi
05-11-24Após o fechamentoEGIE3Engie Brasil
05-11-24Após o fechamentoBLAU3Blau
05-11-24Após o fechamentoODPV3Odontoprev
05-11-24Após o fechamentoGGBR4Gerdau
05-11-24Após o fechamentoGOAU4Met. Gerdau
05-11-24Após o fechamentoPRIO3PRIO
05-11-24Após o fechamentoVBBR3Vibra Energia
05-11-24Após o fechamentoGMAT3Grupo Mateus
05-11-24Após o fechamentoPCAR3Pão de Açucar
05-11-24Após o fechamentoRADL3Raia Drogasil
05-11-24Após o fechamentoVULC3Vulcabras
05-11-24Após o fechamentoVIVT3Telefônica Brasil
06-11-24Horário a confirmarCBAV3CBA
06-11-24Horário a confirmarDESK3Desktop
06-11-24Após o fechamentoMILS3Mills
06-11-24Após o fechamentoELET3Eletrobras
06-11-24Após o fechamentoSTBP3Santos Brasil
06-11-24Após o fechamentoAGRO3BrasilAgro
06-11-24Após o fechamentoAERI3Aeris
06-11-24Após o fechamentoMYPK3Iochpe-Maxion
06-11-24Após o fechamentoANIM3Anima
06-11-24Após o fechamentoBEEF3Minerva
06-11-24Após o fechamentoHYPE3Hypera
06-11-24Horário a confirmarDIRR3Direcional
06-11-24Horário a confirmarLAVV3Lavvi
06-11-24Horário a confirmarTEND3Tenda
06-11-24Após o fechamentoBRKM5Braskem
06-11-24Após o fechamentoCEAB3C&A
06-11-24Após o fechamentoGUAR3Guararapes
06-11-24Após o fechamentoPETZ3Petz
06-11-24Após o fechamentoELMD3Eletromidia
06-11-24Após o fechamentoTOTS3TOTVS
06-11-24Após o fechamentoFIQE3Unifique
06-11-24Após o fechamentoCPLE6Copel
06-11-24Após o fechamentoTAEE11Taesa
07-11-24Após o fechamentoFRAS3Frasle Mobility
07-11-24Após o fechamentoCASH3Méliuz
07-11-24Horário a confirmarJHSF3JHSF
07-11-24Horário a confirmarALPA3Alpargatas
07-11-24Após o fechamentoSAPR11Sanepar
07-11-24Após o fechamentoENGI11Energisa
07-11-24Horário a confirmarMATD3Mater Dei
07-11-24Após o fechamentoPETR4Petrobras
07-11-24Após o fechamentoNTCO3Grupo Natura
07-11-24Antes da aberturaSMFT3Smart Fit
07-11-24Após o fechamentoVIVA3Vivara
07-11-24Antes da aberturaVAMO3Vamos
07-11-24Após o fechamentoSOJA3Boa Safra
07-11-24Após o fechamentoBRBI11BR Partners
07-11-24Após o fechamentoRAPT4Randoncorp
07-11-24Após o fechamentoCOGN3Cogna
07-11-24Após o fechamentoCSED3Cruzeiro do Sul
07-11-24Após o fechamentoYDUQ3YDUQS
07-11-24Após o fechamentoCXSE3Caixa Seguridade
07-11-24Após o fechamentoFLRY3Fleury
07-11-24Horário a confirmarMDNE3Moura Dubeux
07-11-24Horário a confirmarTRIS3Trisul
07-11-24Após o fechamentoRECV3PetroReconcavo
07-11-24Após o fechamentoALPA4Alpargatas
07-11-24Após o fechamentoASAI3Assaí
07-11-24Após o fechamentoLREN3Lojas Renner
07-11-24Após o fechamentoMGLU3Magazine Luiza
07-11-24Após o fechamentoZAMP3Zamp
07-11-24Após o fechamentoALLD3Allied
07-11-24Após o fechamentoBMOB3Bemobi
07-11-24Após o fechamentoLWSA3LWSA
07-11-24Após o fechamentoARML3Armac
07-11-24Após o fechamentoECOR3Ecorodovias
07-11-24Após o fechamentoPRNR3Priner
07-11-24Após o fechamentoRAIL3Rumo
07-11-24Após o fechamentoALUP11Alupar
07-11-24Após o fechamentoGRND3Grendene
08-11-24Antes da aberturaEMBR3Embraer
08-11-24Após o fechamentoMDIA3M. Dias Branco
08-11-24Após o fechamentoHBSA3Hidrovias do Brasil

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Novo Projeto-interna.jpg

A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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