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Polícia já ouviu cinco pessoas em caso de homem que sumiu em rio no Acre enquanto nadava

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Polícia Civil já ouviu cinco pessoas na investigação que apura a morte de Raimundo Nonato da Silva, de 30 anos, que desapareceu no Rio Juruá no dia 29 de outubro. Ele teria se afogado ao tentar atravessar o rio nadando em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. A polícia acredita que a vítima teve delírios e achou que estava sendo perseguida.

“Ainda se encontra com as mesmas informações. Já ouvi mais duas [pessoas] mas, não surgiram informações novas diversas daquelas que já foram repassadas”, disse o delegado responsável pelo caso, Vinícius Almeida.

Inicialmente, foi informado que Silva estaria sozinho quando tentou atravessar o rio e que populares só teriam ouvido os gritos dele quando começou a afundar, mas, não deu tempo de ele ser socorrido.

Entre as pessoas que já foram ouvidas pelo delegado, está o homem que estava com a vítima no momento do desaparecimento, a irmã de Silva e um homem de 72 anos que estava em uma balsa quando a vítima bateu à porta pedindo socorro e dizendo que estava sendo perseguida.

“Esse balseiro de 72 anos disse que às 2h ouviu uma pessoa bater na porta dele e logo em seguida a pessoa caiu ao rio e ele ouviu o barulho da pessoa nadando. O sujeito que estava com esse que teria desaparecido ainda pegou a canoa desse senhor da balsa, remou até lá, mas não conseguiu salvar o cara”, contou o delegado.

As informações são de que o homem sumiu próximo ao Porto do Governo. O comandante do Corpo de Bombeiros na cidade, tenente Sandson do Nascimento, afirmou que foram feitos dois dias de mergulhos e em seguida buscas superficiais. A ação foi suspensa no dia 2 de outubro

Uma das dificuldades enfrentadas pela equipe de buscas, segundo o comandante, foi que ninguém soube informar o local exato onde ele teria desaparecido para fazer a varredura o mais próximo possível do lugar de onde ele afundou.

“Não retomamos as buscas porque não houve contato dos familiares que continuam monitorando e perguntando aos ribeirinhos mas, nenhum fato novo ocorreu”, concluiu.

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