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Policial federal acusado de matar estudante dentro de boate pode ir a Júri Popular

Acjornal, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O policial federal Vitor Manoel Campelo, que foi acusado de matar o estudante Rafel Frota dentro de uma boate na cidade de Rio Branco no dia 2 de julho de 2016, deve ir a Júri Popular caso a recomendação do Ministério Público do Acre seja acatada pelo Tribunal de Justiça.
O próximo passo da ação penal, que tramita na 2ª Vara do Tribunal do Júri e auditoria militar, é a sentença de pronúncia, que vai decidir se o réu será ou não levado para julgamento no Júri Popular. Vitor foi denunciado pela morte de Rafael e responde em liberdade.
O policial federal chegou a ser preso, mas dias depois foi liberado por meio de habeas corpus para responder a acusação em liberdade.
Na última sexta-feira (22), acabou o prazo para a defesa e acusação apresentarem as suas alegações finais, que são os últimos argumentos das partes. No parecer encaminhado ao juiz Alesson Bras, o Ministério Público do Acre relatou que existem indícios suficientes no processo para que o réu seja levado a Júri Popular pelo crime de homicídio.
Já a defesa de Vitor, representada pelo advogado Wellington Silva, alego pelo menos três teses no relatório final. A primeira diz que a absolvição sumária deve ser considerada.
“A intenção do Vitor era atingir Nelsioney (outro jovem envolvido na briga) para cessar as agressões”, disse o criminalista.
O advogado pediu também a impronúncia do policial federal, ou seja, que ele não vá a Júri Popular, sob alegação de que seu cliente agiu em legítima defesa. A desclassificação do crime de homicídio para lesão corporal seguida de morte é a última tese da defesa, que alega ter havido falha no atendimento médico ao estudante. A expectativa é que a decisão do magistrado seja divulgada até o próximo mês.

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